Definições partidárias
A corrida pelo Prefeitura de Londrina vai ter definições importantes neste fim de semana. Pelo menos seis convenções estão agendadas de sábado até segunda-feira e nomes que vinham tentando angariar apoio nos últimos dias para viabilizar a candidatura podem desistir da disputa. Das legendas que haviam lançado nomes, PPS (Tercílio Turini) e PV (Marcos Colli e Álvaro Junior) ainda têm negociações de última hora e vão esperar até a convenção para divulgar que rumo tomar. PT (Márcia Lopes) e PMDB (Luiz Eduardo Cheida) garantem que já estão decididos pela disputa majoritária.
Tucanos
No ninho tucano, a candidatura de Junker Grassioto parece não ser unanimidade e parte do PSDB prefere compor a chapa encabeçada pelo vereador pepista Marcelo Belinati. Tanto que o presidente estadual do partido, deputado Valdir Rossoni, deve passar por Londrina no sábado para conversar com os filiados locais e chegar a um consenso. Rossoni tinha marcado compromisso ontem em Londrina, mas adiou por falta de teto no aeroporto.
- Contudo, a vaga de vice de Belinati já tem outro pretendente. O DEM pleitea o espaço e colocou dois nomes à disposição, o cartorário Octávio Cesário Neto e o advogado Tiago Amaral, filho do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Durval Amaral. ''Realmente se persistir a candidatura própria (do PSDB) temos essa chance de sermos vice'', afirmou Cesário Neto.
- No sábado tem a convenção do PPS e, no domingo, vão se reunir PSDB, PT e PMDB. Na segunda-feira tem as convenções de DEM e PV.
Ex-secretário pode aparecer
O ex-secretário de Defesa Social e atual presidente do PMN, Benjamim Zanlorenci, que até então negava qualquer interesse na disputa eleitoral, confirmou que é o pré-candidato do partido para disputar a prefeitura. Oposicionista do prefeito Barbosa Neto (PDT), o ex-secretário é um dos mentores do pedido de abertura da Comissão Processante (CP) da Centronic na Câmara Municipal. Questionado se seria uma campanha de embate direto com o pedetista, Zanlorenci desconversou. ''Apresentaremos propostas.''
Investigação sigilosa em Cambé
Vereadores de Cambé querem a quebra do sigilo de ação penal que tramita no Fórum da cidade e que envolve pessoas ligadas à aministração pública. O pedido, protocolado na Vara Criminal na terça-feira, tem como principais argumentos a ''fiscalização dos atos do Poder Executivo'' como função do Legislativo e a ''preponderância do interesse público em casos de ilegalidade que envolvam a administração pública''.
- Assinam o pedido, destinado à juíza Jéssica Valéria Catabriga Guarnier, os vereadores Conrado Scheller, Irineu Defende e Alzira da Farmácia, todos do DEM, além de Cecílio Araujo (PT) e Zezinho da Ração (PSB).
- Em novembro do ano passado o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) indiciou três pessoas ligadas à administração de Cambé por suposto desvio de dinheiro, através de contrato com empresa de eventos. Na época, a Justiça decretou sigilo em relação aos nomes.
Mais cidades para a RML
Em segunda discussão, os deputados estaduais aprovaram ontem a inclusão dos municípios de Florestópolis e Porecatu na Região Metropolitana de Londrina (RML), que atualmente conta com 14 cidades. Esta é a segunda alteração à RML feita este ano na Assembleia Legislativa (AL) do Paraná. Em março foi dado o aval para incluir na RML as cidades de Sabáudia, Jaguapitã e Pitangueiras.
Briga no PMDB
A ala do PMDB de Curitiba que pretendia uma coligação com o atual prefeito da capital, Luciano Ducci (PSB), desistiu da proposta e vai apoiar a candidatura a prefeito do deputado estadual Stephanes Junior, já registrada junto ao diretório municipal. A decisão foi tomada depois da tentativa frustrada de anular o edital da convenção, que não prevê a possibilidade de uma coligação. A intenção da outra ala do PMDB é lançar a candidatura de Rafael Greca, que já foi prefeito da capital. O nome de Greca não empolgaria nomes do PMDB como o deputado estadual Alexandre Curi e o secretário estadual do Trabalho Luiz Cláudio Romanelli.
PEN: novo partido
O Partido Ecológico Nacional (PEN) se tornou o 30º partido político brasileiro, com o registro aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta semana. A decisão foi tomada por seis votos a um, e seguiu entendimento da relatora do requerimento, ministra Nancy Andrighi. Somente o ministro Marco Aurélio votou contra. Segundo ele, o partido ''queimou etapas'' para obter o registro.
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Partido Ecológico Nacional?

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