PV apoiará Fruet
Uma reunião da Comissão Executiva do Partido Verde (PV) de Curitiba ''bateu o martelo'' no apoio ao pré-candidato à Prefeitura da Capital pelo PDT, Gustavo Fruet. Os verdes oficializaram também uma coligação na proporcional, preferencialmente em uma composição com o PT e o PDT. Esta decisão vem sendo construída desde fevereiro, quando o PV começou a conversar com os pré-candidatos. ''Ouvimos vários candidatos, estudamos seus programas e propostas e, colegiadamente, decidimos ser protagonistas de um novo momento de Curitiba'', disse a presidente do PV no Paraná, deputada federal Rosane Ferreira, já em tom eleitoral.
Dúvidas do eleitor
A página da Central do Eleitor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet (www.tse.jus.br) agora tem o link Tira-Dúvidas Eleições 2012. Trata-se de uma ferramenta com perguntas e respostas atualizadas periodicamente. Com linguagem simples e objetiva, a publicação apresenta explicações para uma lista de temas de interesse do eleitor como, por exemplo, documentos exigidos para votar, segunda via do título eleitoral, data da eleição e obrigatoriedade do voto, dentre outros. Interessados também podem entrar em contato com a Central do Eleitor de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 19h, pelo telefone (61) 3030-8700.
Ex-prefeito de Prudentópolis
O Tribunal de Contas (TC) do Paraná manteve decisão de 2009 do órgão que julgou irregular a prestação de contas de um convênio realizado em 2003 pela Prefeitura de Prudentópolis (Sudeste) com a Secretaria de Estado dos Transportes, para a construção de uma balsa. Assim, o prefeito da época, Nelson dos Santos, deve devolver aos cofres estaduais R$ 47.271,00, atualizados com juros e correção monetária. Esse foi o valor pago como adiantamento à empresa contratada, embora não haja a comprovação de que a balsa tenha sido entregue à administração. O valor original do convênio era de R$ 60 mil. O equipamento deveria ser utilizado na travessia do Rio Belo, que corta o município de Prudentópolis.
7 vereadores presos
O centro da cidade alagoana de Rio Largo, na região metropolitana de Maceió, foi tomado no começo da noite de ontem por homens da Força Nacional e da Polícia Militar que interromperam uma sessão na Câmara de Vereadores e levaram presos os sete vereadores presentes. Todos os dez vereadores são acusados de fraude na venda de um terreno público a um grupo empresarial. Três deles, que não estavam na sessão, são considerados foragidos. Foram presos ainda o profissional que fez a medição e a avaliação do terreno e um empresário. A venda do terreno, proposta pela prefeitura, foi aprovada por unanimidade pela Câmara.
E também o prefeito
O procurador-geral de Justiça de Alagoas, Eduardo Tavares Mendes, disse ontem que já pediu também a prisão do prefeito de Rio Largo, Antônio Lins de Souza Filho (PSB). A ação cumpriu mandado de prisão expedido pela 17 Vara Criminal de Maceió a pedido do Ministério Público do Estado. De acordo com o procurador-geral de Justiça, as investigações apontam que o terreno de 250 hectares foi vendido por R$ 700 mil, quando, na verdade, valia R$ 22 milhões.
''Foi montada uma operação criminosa envolvendo o prefeito e todos os vereadores da cidade. Um embuste em que cada um levaria uma parte'', afirmou Tavares.
Ignorando protestos 1
O Palácio do Planalto não quer alimentar polêmica com os militares da reserva, que têm atacado até mesmo a presidente Dilma Rousseff pela escolha de uma equipe de pessoas oriundas da esquerda para a Comissão da Verdade. Ao contrário do episódio anterior, quando os Clubes Militares fizeram um manifesto contra as declarações de duas ministras do governo, desta vez, o Planalto optou por ignorar os protestos.
Ignorando protestos 2
A presidente Dilma entende que o trabalho agora é com a Comissão da Verdade e não há mais o que falar. Se os militares quiserem se posicionar, que procurem a comissão. O Planalto não deu importância, sequer, para a criação da comissão da verdade paralela, criada pelo Clube Naval, para acompanhar os trabalhos da Comissão da Verdade em Brasília, rebater ataques à categoria e disponibilizar uma assessoria jurídica para orientar os militares que forem convocados a prestar depoimentos.
Perguntinha
Em tempo: Enquanto o País discute se os salários daqueles que ocupam cargos públicos devem ser divulgados ou não, tem muita administração por aí que não dá publicidade nem mesmo aos nomes dos servidores, não?

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