Perdão de dívidas
Tramitando na Câmara de Londrina desde julho do ano passado, o projeto do Executivo que prevê o ''perdão'' de débitos dos contribuintes no valor de até R$ 500, inscritos em dívida ativa até o ano de 2006, além de débitos de até R$ 1 mil, existentes há mais de cinco anos, foi encaminhado para análise da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Conforme mostra a prefeitura na proposta, até novembro do ano passado eram mais de 4 mil processos em fase de cobrança, totalizando cerca de R$ 1,5 milhão. Segundo a administração, o custo unitário para a cobrança dos créditos na Justiça é de R$ 2,4 mil.
Assalto na casa do senador
A casa do senador paranaense Sérgio Souza (PMDB) foi assaltada na tarde de ontem, no bairro Boa Vista, em Curitiba. Dois homens arrombaram o portão e fugiram levando vários objetos e joias da família, de acordo com informações da Polícia Militar do Paraná. Eles fugiram em um Astra preto, de acordo com relatos. Até o início da noite, a polícia não havia conseguido prender ninguém.
Sem Conselho da Cidade 1
O Conselho Municipal da Cidade (CMC) não existe mais. Foi esta a denúncia feita pelos vereadores Marcelo Belinati (PP) e Rony Alves (PTB) durante a sessão ontem da Câmara de Londrina. Presente na abertura da sessão, a ex-presidente do CMC, a arquiteta Margareth Pongelupe, explicou à FOLHA que a Lei Geral do Plano Diretor ''instituiu o conselho e determinou que novos conselheiros fossem nomeados através de eleições organizadas durante a Conferência Municipal da Cidade''. A crítica é que a prefeitura não tomou as providências para a realização da conferência.
- Sem a conferência, o conselho foi extinto em 2 de março, depois de 2 anos de atividades.
Sem Conselho da Cidade 2
Margareth Pongelupe afirmou que o CMC é consultivo e deliberativo: ''40% dos integrantes representam a comunidade e as discussões sobre os projetos que tratam da urbanização da cidade são feitas de maneira democrática''. Segundo ela, sem o CMC, ''a agenda do Ippul, já sobrecarregada, fica ainda mais difícil''. O líder do prefeito, Jairo Tamura (PSB), cobrado pelos colegas, ficou de levar a pauta ao Executivo.
Passe livre
O prefeito de Londrina Barbosa Neto (PDT) considera um ''engano'' a interpretação que aponta que seu projeto que amplia o passe livre esbarra na legislação eleitoral. ''Há juristas e juristas. Dentro da jurisprudência você tem opiniões favoráveis e opiniões contrárias. Primeiro que começamos ano passado já a fazer o subsídio do transporte coletivo com a gratuidade de 50%. Agora só estamos complementando porque naquele momento não tínhamos dinheiro. E agora houve uma sobra de caixa, graças a economia, cortando na própria carne como nós cortamos, gastando menos'', defendeu.
A toque de caixa
O prefeito ainda criticou a demora da Câmara de Vereadores em aprovar o projeto enviado pelo Executivo. ''Se houvesse o mínimo de consciência crítica e compromisso cidadão por parte da maioria dos vereadores esse projeto deveria ter sido aprovado a toque de caixa. O mais rápido possível.''
E o escritório continua fechado
Dois meses já se passaram desde que o governo do Estado resolveu fechar o escritório de representação do Paraná em Brasília, sob orientação do Tribunal de Contas (TC) do Estado, que já vinha apontando, desde a administração de Roberto Requião, irregularidades na forma como os recursos para a pasta eram disponibilizados, uma vez que não havia orçamento próprio. No início do ano, depois de fechar o escritório, a promessa foi que a Casa Civil mandaria um projeto de reformulação da estrutura, dando autonomia para despesas ao titular da pasta, assim que a Assembleia Legislativa (AL) do Paraná retomasse os trabalhos. Entretanto, a Casa Civil informa que ainda está analisando a melhor forma de estruturar o escritório e que não sabe quando o projeto ficará pronto.
Detector de metal nas casas noturnas
Se aprovada, a emenda do vereador Amauri Cardoso (PSDB) ao projeto de lei que prevê a identificação de frequentadores de casas noturnas em Londrina vai obrigar os estabelecimentos a utilizarem detector de metal fixo ou móvel. A emenda seguiu para a Comissão de Justiça e depois do parecer o projeto deve retornar à pauta da Câmara na semana que vem, para a segunda discussão.
Identificação de frequentadores
O projeto, de autoria do tucano Gerson Araújo, conta com o apoio da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e estabelece que ''as casas noturnas com capacidade para o atendimento mínimo de 100 pessoas são obrigadas a instalar equipamento de gravação fotográfica de rosto e de documentos, a fim de identificar seus frequentadores''.
Perguntinha
Quantas rebeliões na base do governo Dilma até o fim do mandato?

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