INFORME FOLHA
Jejum pela paz
O prefeito Barbosa Neto vai promover hoje, das 6 às 12 horas, o 16º jejum pela cidade de Londrina. Os jejuns geralmente contam com a presença de religiosos de diversas denominações cristãs, como pastores, padres, grupos de louvor e grupos de igrejas. Todo primeiro sábado do mês há a reunião com o objetivo de orar pela paz em Londrina. Segundo a assessoria da prefeitura, ''toda a comunidade é convidada a participar do momento de oração e jejum pela cidade''.
Prefeitura nos Bairros
O programa Prefeitura nos Bairros será realizado na próxima terça-feira no Novo Amparo, região norte de Londrina. Os moradores do bairro e imediações serão atendidos pelo prefeito Barbosa Neto (PDT) e secretariado municipal a partir das 6 horas. A distribuição de senhas ocorrerá por ordem de chegada até as 11 horas. Quem quiser falar com o prefeito deverá ir até a Escola Municipal Elias Kauam, localizada na rua Maria Garcia Lopes, 178. Cada pessoa tem até cinco minutos para fazer críticas, elogios e encaminhar suas demandas, a fim de que sejam solucionadas.
Mais ações no MP
A Promotoria de Justiça de Proteção do Patrimônio Público de Apucarana propôs na última quinta-feira uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereador Mauro Bertoli (ex-presidente da Câmara Municipal de Apucarana) e o servidor municipal Julio Cesar Ravazzi Santos, da Casa Legislativa. Ambos são acusados da prática de promoção pessoal, por meio de inclusão, nas placas dos veículos oficiais da Câmara, das iniciais do sobrenome de Bertoli e dos números que o vereador utiliza em suas campanhas eleitorais. Além da condenação dos dois por improbidade, o Ministério Público do Paraná requer, liminarmente, a substituição das placas dos veículos oficiais que fazem referência ao vereador.
Câmara avalia
A presidência da Câmara de Apucarana, acatando pedido de vários vereadores, anunciou ontem que vai tomar todas as medidas internas necessárias para apurar as denúncias de irregularidades apontadas pelo Ministério Público no que diz respeito à compra de pães pela Prefeitura através do Iprohpar e à escolha de placas para os veículos do Legislativo, durante a gestão do ex-presidente Mauro Bertoli (PTB).
Expulsões
Segundo informações da Controladoria-Geral da União (CGU), o Governo Federal expulsou, no último mês de julho, 98 servidores envolvidos em diversos tipos de irregularidades, principalmente vinculadas à corrupção. O número é recorde quando comparado com as expulsões ocorridas em qualquer outro mês, desde 2003. Outro recorde ocorreu no número de expulsões registradas no período de janeiro a julho (328), em comparação com o mesmo período de qualquer outro ano, a partir de 2003.
- O Governo já teria aplicado punições a 3.297 agentes públicos por envolvimento em práticas ilícitas, no período entre janeiro de 2003 e julho de 2011.
- Os dados são do último levantamento realizado pela CGU, do total de penas expulsivas no período. As demissões somaram exatos 2.812 casos; as destituições de cargos em comissão, 281; e as cassações de aposentadorias, 204.
Motivos
O principal motivo das expulsões, entre os relacionados com a prática de corrupção, foi o uso do cargo para obtenção de vantagens, que respondeu por 1.751 casos, o que representa 32,23% do total. A improbidade administrativa vem a seguir, com 1.056 casos (19,44%), enquanto as situações de recebimento de propina somaram 304 casos (5,60%).
Contra Derosso 1
Militantes ligados a partidos de oposição ao vereador João Cláudio Derosso (PSDB), presidente da Câmara de Curitiba, já tentaram mobilizar a população para protestar contra o tucano, mas a manifestação acabou reunindo pouca gente no Centro da Capital. Agora, o PPS vai fazer uma nova tentativa. A vereadora Renata Bueno (PPS) disse que vai estar hoje, a partir das 9 horas, na Boca Maldita, para tentar mobilizar a população.
Contra Derosso 2
Renata Bueno protocolou na última quarta-feira um pedido de afastamento de João Cláudio Derosso, por 90 dias, mas a Procuradoria Jurídica da Câmara de Curitiba divulgou um parecer contrário à pepessista. A Procuradoria Jurídica entende que o afastamento do presidente da Casa, antes da análise das denúncias, não encontra respaldo legal. Derosso está sendo investigado por conta de supostas irregularidades em contratos de publicidade firmados entre o Legislativo e a empresa da mulher do tucano, Cláudia Guedes.
Perguntinha
A crise na área da Saúde em Londrina vai ter fim algum dia?





