INFORME FOLHA
Sacolas plásticas 1
Os vereadores da Câmara Municipal de Londrina votarão na sessão de hoje o parecer contrário da Comissão de Justiça ao projeto de lei da vereadora Lenir de Assis (PT) que pretende substituir as tradicionais sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais da cidade por outras ''ecologicamente corretas''. Se os vereadores optarem por manter o parecer contrário, o projeto será arquivado. Se o parecer contrário for derrubado, a matéria continua tramitando normalmente na Câmara e passará por outras comissões.
- A Comissão de Justiça deu o parecer contrário corroborando o parecer técnico apresentado, que considerou que o projeto apresenta inconstitucionalidades.
Sacolas plásticas 2
No projeto apresentado pela vereadora, está especificado que ''os estabelecimentos localizados no município, que utilizam sacolas plásticas para acondicionar o produto vendido ao cliente, deverão realizar a troca por sacolas ecológicas - considerando como ecológicas aquelas de papel, tecido ou material biodegradável''.
- A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o Conselho Municipal de Meio Ambiente e o Procom emitiram pareceres e sugeriram alterações no projeto.
CEI da Saúde 1
A assessoria da Câmara Municipal informou que a Comissão Especial de Inquérito (CEI) que apura possíveis ilegalidades e irregularidades no processo de contratação dos institutos Gálatas e Atlântico definiu a oitiva de mais quatro testemunhas para a próxima segunda-feira, à partir das 14 horas, na sala de reuniões do legislativo. Segundo a presidente da CEI, vereadora Lenir de Assis (PT), cada depoimento deverá ter a duração máxima de 40 minutos.
CEI da Saúde 2
Dessa vez, serão ouvidos a contadora da Autarquia Municipal de Saúde, Maria de Fátima Martins, e os servidores da Secretaria de Gestão Pública, Norberto Alves Filho, Dênison Utiyamada e Sônia Regina Aparecido. Já foram ouvidos pelos vereadores no primeiro semestre o secretário de Governo, Marco Cito, e o diretor-financeiro da Secretaria de Saúde, João Carlos Perez.
- Além da presidente da CEI, a investigação conta com Sandra Graça (PP), relatora, e José Roque Neto (PTB), membro.
O cisne do PMDB
''Há um tempo eu era o patinho feio, a ovelha negra. Agora eu sou um cisne''. Do deputado estadual Stephanes Júnior (PMDB), ao comentar sobre sua afinidade com os tucanos e como isso agora é visto pelos colegas peemedebistas.
Contra Derosso
A vereadora de Curitiba Renata Bueno (PPS) pediu ontem a abertura de uma Comissão Processante contra o presidente da Câmara da Capital, João Cláudio Derosso (PSDB), em função das supostas irregularidades nos contratos de publicidade assinados entre o Legislativo e a empresa da mulher do tucano.
Foi sem querer!
Um almoço entre o presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni (PSDB), e os vereadores tucanos de Curitiba atrapalhou a reunião do Conselho de Ética da Câmara da Capital, marcada para o início da tarde de ontem para analisar o caso do vereador João Cláudio Derosso (PSDB). Sem quórum, a reunião do Conselho de Ética acabou adiada. Mas Rossoni jura que não tinha intenção de atrapalhar nada: ''O almoço já estava marcado há quase um mês. Foi mera coincidência. Se eu soubesse que tinha reunião do Conselho de Ética eu teria adiado''. Dos 14 vereadores do PSDB, apenas Derosso faltou no almoço.
Problemas tucanos
Lideranças tucanas têm evitado comentar sobre o escândalo envolvendo um dos principais nomes do PSDB da Capital. Valdir Rossoni disse primeiro que João Cláudio Derosso deve ''esclarecer os fatos para que não traga desconforto para o PSDB'', mas depois logo concluiu: ''Eu não vou falar disso. Já tenho problema de sobra na minha vida''.
Bertoldi licenciado
Como já era esperado, o deputado estadual Osmar Bertoldi (DEM) pediu nova licença do mandato na Assembleia Legislativa e agora não é por motivos de saúde. Afinado com o PSB de Luciano Ducci na Prefeitura de Curitiba, Bertoldi se afasta para assumir na próxima segunda-feira a Secretaria Municipal Extraordinária de Política Habitacional. Com a saída de Bertoldi, o suplente Bernardo Ribas Carli (PSDB) volta a ocupar uma cadeira na Casa.
CPI do Porto de Paranaguá
A Justiça de Paranaguá permitiu que os membros da CPI da Assembleia Legislativa que apura irregularidades no Porto de Paranaguá tenham acesso aos documentos da Operação Dallas, deflagrada pela Polícia Federal. Mas há uma condição: os deputados estaduais terão que assinar um termo de sigilo para que as informações não sejam divulgadas, o que pode atrapalhar as investigações da PF. Nos bastidores, corre que os parlamentares agora têm dúvida se vale a pena ter acesso aos documentos, já que estarão proibidos de chegar perto dos holofotes.
Perguntinha:
Até quando o PSDB vai evitar falar do escândalo envolvendo um de seus principais nomes na capital?





