Governador em Londrina

O governador do Estado, Beto Richa (PMDB), visita hoje a região Norte do Estado. Em Londrina, às 11 horas, Beto participa da inauguração das novas instalações do campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Já no período da tarde, às 15 horas, em Cambé, ele entrega a trincheira que fará a transposição da linha férrea, além de anunciar a construção de 604 casas em quatro municípios da região - em um convênio entre a Companhia Habitacional do Paraná (Cohapar) - e a entrega de 19 veículos para a Polícia Militar.

Revitalização do centro

O prefeito Barbosa Neto (PDT) confirmou ontem de manhã a realização das obras de revitalização da área central de Londrina, o que inclui a abertura para o trânsito de veículos no trecho da Rua Piaui que corta ao meio o Bosque Marechal Cândido Rondon. Ao falar sobre o assunto, o prefeito disse que está havendo, inclusive, a redução de pombos na área central da cidade, graças ao trabalho da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Desencontro de informação

Na entrevista coletiva, o prefeito foi questionado de onde partiu a informação, uma vez que o que se observa é o aumento do número de pombos tanto no Bosque quanto em outras praças no centro da cidade, em especial nos fins de tarde. O prefeito respondeu que recebeu a informação da Secretaria de Meio Ambiente e também de populares.

Sem mais polêmica

O secretário de Meio Ambiente, José Novaes Faraco, não gostou do questiomamento ao prefeito, que considerou como uma crítica a ele, Faraco. E disse que a percepção visual de que há aumento de pombos é diferente da análise técnica, mas não quis explicar a diferença entre ambas para ''não causar mais polêmica''.

Elevador para deficientes

A Câmara Municipal de Londrina inaugurou ontem, durante a sessão, o elevador que permitirá o acesso de idosos e portadores de deficiências às galerias e aos gabinetes dos vereadores. O equipamento foi instalado pela empresa Daikem Indústria Eletrônica S.T, vencedora do processo de licitação e representou um investimento de R$ 35.661,00. O lançamento estava previsto para a sessão da última terça-feira, mas não foi possível por problemas técnicos no aparelho.

Questão de prioridades

Foi suspenso por tempo indeterminado o projeto apresentado pelo Executivo que pretendia uma permuta de áreas da Gleba Palhano, de propriedade da prefeitura, por salas na região central da cidade, para a instalação de um teatro municipal. No projeto a prefeitura pedia autorização do Legistativo, para desafetar três áreas avaliadas em mais de R$ 2 milhões, e efetuar uma permuta desses terrenos por salas no edifício Caminhoto, onde funcionava o antigo Cine Augustos e a loja de departamentos Mesbla. As salas teriam sido avaliadas em mais de R$ 3,7 milhões. Alguns vereadores se mostraram contrários a medida. Os parlamentares chegaram a levantar a questão de que, neste momento, existem outras prioridades que devem ser levadas em conta na cidade, como, por exemplo, a saúde pública. O projeto foi suspenso e agora caberá a bancada governista, junto com a administração, fazer novos levantamentos e estudos acerca dos valores dos imóveis, para que o pedido possa voltar a ser analisado na Casa.

Ética na Câmara

Uma discussão envolvendo vários vereadores da Câmara Municipal de Apucarana (Norte), onde foram usados adjetivos ofensivos entre os parlamentares, fez Júnior da Femac (PDT) - um dos envolvidos no ''bate-boca'' - propor a criação de um Código de Ética na Casa. A briga começou durante uma sessão no Legislativo sobre o atraso na liberação de recursos de verbas parlamentares.

- O episódio envolveu, além de Júnior, Carmelo Ribeiro (PR), Aldivino Marques (PSC) e Mauro Bertoli (PTB).

- Autor dos termos considerados mais ofensivos, o vereador Carmelo Ribeiro vai ser advertido pela presidência.

Vai prever punição

O objetivo do Código de Ética, segundo o vereador, será amparar o Regimento Interno ''na punição do vereador que perder a compostura em plenário e, sob pretexto de defender seu ponto de vista, passar a ofender seus pares'' ou outras pessoas e instituições. ''O fato de o vereador ter imunidade parlamentar não pode lhe dar o direito de usar expressões vulgares para ofender os outros. Em tudo é preciso que haja a medida do bom senso'', argumentou Júnior da Femac.

Perguntinha

Será que mais membros do primeiro escalão municipal seguirão o exemplo do vice-prefeito José Joaquim Ribeiro?

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