INFORME FOLHA
Pegadinha do combustível
O consumidor londrinense continua sofrendo com o sobe e desce nos preços dos combustíveis. No início da semana passada, por exemplo, o álcool chegou a custar em média R$ 1,09. Porém, num passe de mágica, o preço saltou para R$ 1,69.
- No último sábado, um posto no Centro da cidade oferecia álcool a R$ 1,47. Mas quando o motorista foi ao caixa fazer o pagamento, o funcionário avisou: o preço havia acabado de subir, mas manteria o valor anterior anunciado pelo frentista que atendeu o consumidor.
Pulseiras proibidas
Os vereadores de Maringá aprovaram ontem, por unanimidade, projeto de lei que proíbe o uso de pulseiras coloridas, conhecidas como ''pulseiras do sexo'', nas instituições de ensino da cidade. A matéria prevê ainda multa para quem vender ou distribuir o acessório para menores de 18 anos.
Guarda-volumes em bancos
A Câmara de Maringá aprovou ainda, em terceira discussão, projeto de lei que torna obrigatória a instalação de guarda-volumes nas agências bancárias da cidade. Objetivo é evitar constrangimentos aos clientes - principalmente as mulheres e suas bolsas - que são barrados nas portas giratórias.
Tiroteio
''O Twitter não é o melhor meio de comunicação para exercer a arte da política. Mas eles são vacinados, maiores de idade e eu não vou entrar no tiroteio.'' Do deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), ao ser questionado ontem pela imprensa sobre os ataques de Roberto Requião a Orlando Pessuti.
Comparação
''Pessuti, com pouco, agrada mais do que o Requião, com muito.'' A frase é de um deputado estadual, ao falar sobre o momento de dificuldade financeira do governo do Estado, hoje nas mãos de Pessuti.
Todos culpados
O deputado estadual Jocelito Canto (PTB), ao se manifestar ontem no plenário da Assembleia Legislativa (AL) sobre os últimos escândalos envolvendo a Casa, questionou todos os parlamentares que já passaram por lá e nunca tiveram ''a ousadia'' de verificar as contas do Legislativo: ''Todos nós somos culpados. Quando as nossas contas (da AL) foram aprovadas, ninguém levantou a mão para dizer 'quero discutir'. Vamos parar com esse discurso agora de que o problema não é comigo, é com a atual mesa executiva''.
Mais do mesmo
Reunião da bancada paranaense no Senado e o governador do Paraná, Orlando Pessuti, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre a multa do Banestado, ontem, não trouxe resultados práticos. O ministro reiterou a posição, já anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de que apoia a causa do Estado. E sugeriu que os parlamentares unam forças ao governo estadual para fazer uma ''gestão política da questão''.
Pressão
Senadores e Pessuti devem se reunir ainda hoje com o relator da Comissão de Assuntos Econômicos, Antonio Carlos Magalhães Neto, e pedirão para agilizar a apreciação da resolução 24/2008, do senador Osmar Dias (PDT), que cancela a multa cobrada pela Secretaria do Tesouro Nacional.
- Segundo o governo do Estado, a dívida do Banestado representa 5% da receita líquida estadual. Em 2009, foram gastos R$ 751 milhões para pagar a dívida da privatização do banco, feita em 2000. A preocupação maior é com relação à Copel, já que ações da companhia foram dadas como garantia do negócio, o que poderia representar a perda do controle público da empresa.
Caça-fantasmas
Um grupo de entidades realiza hoje a terceira manifestação caça-fantasmas na Assembleia Legislativa do Paraná. A mobilização é organizada pela União Paranaense dos Estudantes (UPE), CUT-PR, Sindicato dos Trabalhadores da Educação (APP-Sindicato), entre outras e é pela investigação das denúncias de contratação de servidores fantasma na Casa e desvio de dinheiro público. A manifestação deverá contar com o apoio de integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST).
Perguntona
Durante sete anos de mandato, Pessuti manteve inabalável sintonia com Requião. Não divergiu, não interveio em favor de quem estivesse do lado contrário ao do governador. Foi obediente. Agora que está no comando será livre para agir?





