Nossos leitores

O leitor Tochitane Mitsi, de Londrina, acha que ''deveria ser criada uma lei proibindo inaugurações de obras inacabadas. De nada adiante inaugurar uma obra que não possui condições de uso''.

Ele sugere também que a mídia deixe de divulgar as inaugurações eleitoreiras.

A sugestão para a mídia é mais difícil de ser atentida. A imprensa tem que estar presente para observar tudo e criticar, quando necessário. (Sempre vai ser necessário!).

O fato é que boa parte (grande parte!) da mídia vai às inaugurações para dar apenas a versão oficiail. É a mídia puxa-saco.

Exemplo? A cobertura que a imprensa nacional está dando para a candidata Dilma Rousseff não é jornalística, é promocional mesmo!

Aqui, com a FOLHA DE LONDRINA é diferente. Tanto que Requião vive xingando o jornal.

Ferida tucana



Presentes à abertura da 50 ExpoLondrina, na última quinta, tucanos ligados a Beto Richa e Alvaro Dias foram enfáticos: a ferida aberta com a disputa pela vaga na eleição majoritária estadual ainda não curou.


Coordenação x consolo



Uma alternativa foi, uma vez nomeado líder do PSDB no Senado, delegar a Alvaro também funções na coordenação de campanha de José Serra à Presidência da República. Resta saber quem faria as pontes para Beto no interior, sobretudo nas áreas conquistadas pelo senador - que tem mais quatro anos no poder. Pré-candidatos do partido, hoje, estão o senador Flávio Arns e o deputado federal Gustavo Fruet.


São Tomé



Ex-secretário estadual do PSDB, o deputado federal Luiz Carlos Hauly é um dos que admitem que a ferida do racha interno ainda não suturou. ''O tempo resolve isso'', aposta. A FOLHA quis saber: a tempo de não impactar na campanha tucana ao governo? ''Espero que não'', disse, lacônico.


Ainda não

Enquanto o bloco da candidatura do tucano Beto Richa já está nas ruas, o senador e também pré-candidato ao governo do Estado, Osmar Dias (PDT) mantém a cautela. Osmar diz que irá esperar a convenção do partido, em junho, para formalizar eventuais alianças. O senador e os petistas continuam num impasse para fechar a coligação PT-PDT: os petistas querem Gleisi Hoffmann candidata ao Senado enquanto Osmar quer ela de vice.


Começou mal

Mal assumiu, o novo governador Orlando Pessuti (PMDB) já enfrentou críticas da imprensa. É que no dia da posse Pessuti demorou mais de uma hora para chegar à coletiva de imprensa, deixando jornalistas e assessores irritados. A entrevista estava marcada para logo após a cerimônia de transmissão do cargo no Palácio das Araucárias, cujo início estava previsto para as 19 horas. Como houve atraso na cerimônia de posse, Pessuti chegou no Palácio depois das 20 horas e só concedeu entrevista à imprensa por volta das 21h30.


Cantoria

A posse do novo governador foi marcada pela cantoria. Orlando Pessuti (PMDB) apresentou três canções, uma durante a cerimônia de posse na Assembleia e outras duas no trio elétrico Canibal, junto com a dupla William e Renan. A presença dos cantores foi um presente preparado pelo grupo ''Amigos do Pessuti''. Depois do show, a avaliação dos convidados para a cerimônia de transmissão do cargo foi de que como cantor, Pessuti é um ótimo governador.

Nomes



O governador Orlando Pessuti (PMDB) deve anunciar os nomes dos novos secretários de governo a partir de amanhã. Mas já foi confirmada a nomeação de Jairo Queiroz Pacheco para a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia no lugar de Lygia Pupatto (PT). Pacheco era diretor-geral da secretaria. Já João Mendonça da Silva foi nomeado assessor especial da governadoria.


Transparência


A Câmara Municipal de Curitiba lançou semana passada um portal no qual divulga dados da instituição, como a lista de funcionários e os valores da remuneração dos servidores da Casa. O site não informa, no entanto, dados sobre os gastos dos parlamentares com a verba de gabinete.


Perguntinha



Adianta os legislativos criarem portais de transparência se nem todos os gastos com verba de gabinete e os salários pagos aos assessores são disponibilizados na rede?

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