'Malufagem' no PT



Quem diria! O PSDB comparando o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, ao ex-prefeito de São Paulo e ex-goverandor Paulo Salim Maluf. A que ponto chegamos. E alguns leitores (maldosos!) dizendo que Maluf não teria sido tão ousado. Forçou, leitor, forçou!

- A comparação está apenas nas críticas ao Ministério Público. Maluf, e agora o PT, criticam promotores que investigam quem comete irregularidades.


'Malufaram' o Bancoop


Tudo porque (segundo a Veja) dirigentes do Sindicato dos Bancários de São Paulo ''malufaram'' a entidade e enviaram a grana para a campanha presidencial de 2002.


Economia na vacina



O colunista desta FOLHA, Bruno Blecher (agronegócio), disse ontem que se o Paraná conseguir o status de zona livre de aftosa sem vacinação, os pecuaristas deste Estado deverão economizar R$ 30 milhões só em vacina.

- O pecuarista Beto Grassano, de Arapongas, não gostou.


Bomba-relógio



Grassano disse que o pedido é precipitado e a concessão do status - se atendida - pode ser uma bomba-relógio para explodir daqui a algum tempo com grande prejuízo para todos.

- Grassano sugeriu cautela e menos imediatismo.



Despreocupado



O deputado estadual Augustinho Zucchi (PDT) disse ontem que não há relutância em o senador Osmar Dias (PDT) selar a aliança com o PT para as eleições deste ano. ''A decisão é do Osmar e ele vai tomar no momento que julgar adequado'', defendeu. Para Zucchi, não há por que o partido se preocupar com alianças que possam garantir maior tempo de tevê. ''Para um candidato forte como o Osmar não vai faltar tempo de tevê'', arriscou.


Decisão



O juiz josé Roberto Pinto Júnior concedeu ontem efeito suspensivo contra uma decisão que determinava a realização de uma nova eleição no diretório municipal do PMDB em Curitiba. Com isso, o presidente do partido na capital, Doático Santos, continua à frente da agremiação. ''Para mim esse assunto está superado'', disse.




Pedágio 1



A Rodonorte divulgou ontem uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha com motoristas de carro, caminhão, frotistas e líderes de opinião na qual 87% dos usuários aprovam os serviços da concessionária de pedágio. E, para 88,6% dos 587 entrevistados, valeu a pena pagar o pedágio.


Pedágio 2



A pesquisa tinha ainda duas questões mais abrangentes para descobrir se os usuários são favoráveis ao sistema de concessão e se querem que o cobrança acabe ou continue. Esta última era uma grande bandeira de campanha do governador Requião que defendia o fim do pedágio ou a diminuição dos valores. Mais de 90% se mostraram favoráveis à concessão e mais de 80% querem a manutenção da cobrança.


Faltou o essencial



O levantamento só não abordou se os motoristas aprovam o preço do pedágio que, hoje, só entre Curitiba e Londrina custa mais de R$ 30.


Vale-pedágio



Depois de 12 anos de concessão, a briga dos caminhoneiros ainda é pelo custo do pedágio. O presidente do Sindicam, Dilmar Bueno, afirma que é inegável a melhora nas rodovias em qualidade de infraestrutura e prestação de serviços. No entanto, apenas 30% da categoria recebe vale-pedágio dos embarcadores de cargas. Com isso, fica inviável o caminhoneiro pagar esse custo sozinho.


Aqui não!



Um projeto de lei que tramita na Câmara de Curitiba pretende proibir a instituição do pedágio urbano na capital. O texto, de autoria da vereadora Renata Bueno (PPS), veta qualquer controle de tráfego pago em um raio de 40 quilômetros do Marco Zero de Curitiba. A iniciativa partiu de uma sugestão do Fórum Popular Contra o Pedágio.


Perguntinha



Será que os motoristas ouvidos na pesquisa sobre o pedágio no Paraná aprovam circular por rodovias sem duplicação e com acostamento ruim como o trecho da estrada que liga Londrina a Curitiba?

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