Crise da Corol



Mais cooperados da Corol ligam para a FOLHA questionando ''o que se passa'' com a cooperativa. Perguntam: ''Não seria melhor que a situação se tornasse pública de uma só vez? A Corol não quer? Por quê''?.

- A julgar pelos boatos, a situação da Corol vai expor todos os riscos a que estão sujeitas as cooperativas de produção no Paraná.


Falta esclarecer


As pessoas que cobram um posicionamento da Corol (dias atrás foi um fornecedor, logo após alguns associados), pedem para omitir seus nomes ''por razões estratégicas''. Acham que estão mexendo ''num vespeiro'' e, portanto, evitam se expor.

- Exagero à parte, o cuidado tem fundamento, afinal as coisas nas cooperativas - como em todo o mundo empresarial - são cercadas de muita discrição.


Problema de gestão



Apesar disso, os parceiros levantam questões bem pertinentes: a Corol, afinal, está em dificuldade por problemas de gestão?

- Qual é o diagnóstico da Corol?


Um comunicado resolve



Um comunicado detalhado, neste momento, evitaria uma avalanche de especulações, desgaste que a diretoria poderia evitar. Uma manifestação da cooperativa, com certeza, vai tranquilizar o mercado.

- Afinal, a cooperativa é dirigida por pessoas que querem o melhor para a empresa, associados e a região sob sua influência.


Lembrando a Cativa



A situação da Corol nos remete para uma velha interrogação. A Cativa. Tem gente perguntando: será que teremos a repetição de casos semelhantes ao da Cativa, cerca de 15 anos atrás?

- Até hoje o destino da Cativa, para muitos, é uma incógnita.

- E aquele requeijão, hein? A Cativa fazia um requeijão que conquistava prêmios nacionais, em Minas, a terra do queijo e do leite.

- Até hoje tem consumidor que ainda lembra.


Dom Barbosa



O prefeito de Londrina, Barbosa Neto (PDT), voltou ontem aos remotos tempos do império para justificar as constantes trocas de secretariado que marcou os seus nove meses de administração. Ao ser perguntado ontem durante a entrevista coletiva semanal se as mudanças continuarão, Barbosa argumentou: ''Dom Pedro I trocava seus assessores uma vez por ano''. Segundo o prefeito, essas medidas ''azeitam a máquina''.


'Benevolência'



Durante a coletiva semanal, Barbosa ainda anunciou a concessão de 4,36% de reposição salarial aos servidores municipais. Mesmo admitindo que os servidores acumulam uma defasagem salarial de 37%, o pedetista classificou como ''benevolência'' da administração a concessão do índice, que representa somente a reposição da inflação acumulada em 2009.


Requião 69



O governador Roberto Requião deve comemorar seu aniversário de 69 anos com uma grande festa para mais de duas mil pessoas no Restaurante Madalosso, em Curitiba. O evento, organizado por colegas de partido do governador, deve ser no dia 4 ou 5 de março. A lista de convidados para a festa já possui mais de 2,5 mil nomes. Requião faz aniversário no próximo dia 5.


Festa de despedida



Uma outra festa de grandes proporções deve acontecer no dia 31 de março. Uma cerimônia festiva, no Teatro Guaíra, deve marcar o fim da participação do governador Requião no Executivo estadual. Ele deve renunciar ao cargo até o dia 3 de abril para concorrer ao Senado. O vice-governador e pré-candidato ao governo, Orlando Pessuti (PMDB), assume o governo do Estado.


Pela regra



Os deputados federais André Vargas (PT) e Rodrigo Rocha Loures estiveram ontem em São Paulo participando de reuniões com emissoras de televisão para discutir a cobertura das eleições de 2010. As conversas servem para definir as regras de entrevistas e debates com candidatos que serão televisionados. Todos os partidos participam das negociações.



Perguntinha


Alguém crê que o ex-ministro José Dirceu, um dos réus no escândalo do mensalão, ficaria de fora de um futuro governo petista?

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