Erro do PSDB 1

  ­Dois er­ros gra­ves do pre­si­den­te do ­PSDB, Sér­gio Guer­ra. Pri­mei­ro dis­se nas pá­gi­nas ama­re­las da Ve­ja que o seu par­ti­do, se elei­to, mu­da­rá mui­ta coi­sa no PAC. O go­ver­no, po­li­ti­ca­men­te es­per­to, tra­tou de di­zer que o ­PSDB vai aca­bar com o PAC. Guer­ra fa­lou bo­ba­gem, deu mar­gem à es­pe­cu­la­ção. Vai pa­gar ca­ro.

Erro do PSDB 2

  Ago­ra ­adia a reunião da Executiva do partido e pre­ju­di­ca Be­to Ri­cha, for­tís­si­mo can­di­da­to ao go­ver­no, a tí­tu­lo de ‘‘bus­car ­unidade’’ ou coi­sa pa­re­ci­da. No âm­bi­to na­cio­nal ­mais er­ros: Ser­ra de­mo­ra mui­to pa­ra co­lo­car a cam­pa­nha na rua. De­ve es­tar es­pe­ran­do Dil­ma co­me­mo­rar.

Propaganda eleitoral

  O de­pu­ta­do fe­de­ral Dr. Ro­si­nha (PT) de­nun­cia ao Mi­nis­té­rio Pú­bli­co Elei­to­ral, ­dois anún­cios do pre­fei­to Be­to Ri­cha so­bre pro­gra­ma de sua ad­mi­nis­tra­ção. Sem en­trar no mé­ri­to do anún­cio – e do de­ver de de­nun­ciar –, o que o Dr. Ro­si­nha não di­ria, en­tão, so­bre pro­nun­cia­men­tos e inau­gu­ra­ções do go­ver­no fe­de­ral, sem­pre com co­no­ta­ção elei­to­ral? Mui­tos des­ses ­atos não ca­rac­te­ri­zam cam­pa­nha?

Defesa

  O pre­fei­to de Cu­ri­ti­ba, Be­to Ri­cha (­PSDB), ­usou o Twit­ter pa­ra co­men­tar a po­lê­mi­ca em tor­no da pu­bli­ca­ção de anún­cios do mu­ni­cí­pio em jor­nais do in­te­rior. A pre­fei­tu­ra ale­ga que hou­ve uma tro­ca de anún­cios e que o que de­ve­ria ser vei­cu­la­do era uma di­vul­ga­ção do tu­ris­mo na ca­pi­tal. A opo­si­ção diz que os anún­cios - que mos­tra­vam ­ações co­mo o pro­gra­ma Mãe Cu­ri­ti­ba­na e a inau­gu­ra­ção de ­obras - con­fi­gu­ram cam­pa­nha an­te­ci­pa­da. ‘‘To­dos sa­bem que não pre­ci­so des­se ti­po de ­artimanha’’, de­cla­rou na web.

Faça o que eu mando...

  Em Lon­dri­na, a Pre­fei­tu­ra amea­ça mul­tar, ou tem mul­ta­do, do­nos de ter­re­nos cu­jo ma­to in­co­mo­da os vi­zi­nhos, que re­cla­mam. Na es­qui­na da Ave­ni­da Ma­rin­gá com a Rua De­troit, o ca­pim co­lo­nião cres­ceu e já dá se­men­tes. Di­zem que o ter­re­no é da pre­fei­tu­ra. E ago­ra?

Unidos... na festa

  Uma or­ga­ni­za­ção im­pe­cá­vel e um pú­bli­co ani­ma­do. Pro­du­to­res uni­dos mes­mo. Foi as­sim a fes­ta de lan­ça­men­to da Ex­po­si­ção de Lon­dri­na, sem­pre um even­to mui­to es­pe­ra­do.

‘Tô fora!’
  
Mas pro­du­to­res e ­suas li­de­ran­ças de­ve­riam ter a mes­ma gar­ra pa­ra de­fen­der os di­rei­tos de pro­du­zir em paz. Há pro­pos­tas de mu­dan­ças por aí, cu­ja gra­vi­da­de não ad­mi­te imi­tar aves­tru­zes.
■ O que le­va al­gu­mas (mui­tas!) li­de­ran­ças a per­ma­ne­ce­rem na zo­na de con­for­to?

Dengue. Ninguém aguenta

  Au­to­ri­da­des da saú­de já não têm o que di­zer nos ape­los de com­ba­te ao mos­qui­to ve­tor da den­gue. Se a po­pu­la­ção não fi­zer sua par­te, de­pois de tan­tas cam­pa­nhas, se­rá um ris­co cons­cien­te. Nin­guém po­de ig­no­rar a amea­ça.

Dengue e credibilidade

  Se­rá que um pou­co des­sa im­pru­dên­cia da po­pu­la­ção não é por fal­ta de con­si­de­ra­ção ao po­der pú­bli­co, ha­bi­tua­do a ape­lar, ape­lar... pe­dir, pe­dir...? Se­rá que não es­tá fal­tan­do cre­di­bi­lia­de aos que fa­lam?

Sem voto

  Os alu­nos do Co­lé­gio Es­ta­dual do Pa­ra­ná (CEP), ­maior co­lé­gio pú­bli­co do es­ta­do, con­ta­bi­li­zam ­mais um ano sem di­rei­to a elei­ções di­re­tas pa­ra a di­re­to­ria da ins­ti­tui­ção. Ao con­trá­rio de ou­tras es­co­las pú­bli­cas, o CEP tem re­gi­me di­fe­ren­cia­do e o di­re­tor da ins­ti­tui­ção é apon­ta­do pe­la Se­cre­ta­ria de Es­ta­do da Edu­ca­ção. A au­sên­cia de elei­ções no co­lé­gio já foi ra­zão de tu­mul­tos en­tre alu­nos e pro­fes­so­res.
■ En­quan­to is­so uma emen­da su­pres­si­va que tra­mi­ta na As­sem­bleia Le­gis­la­ti­va ­quer al­te­rar a lei 14.231/2003 pa­ra que a elei­ção di­re­ta se­ja a re­gra em to­das as es­co­las da re­de es­ta­dual, mas não há pre­vi­são pa­ra que o te­ma en­tre na pau­ta de dis­cus­sões da Ca­sa.

Pela solução

  O de­pu­ta­do fe­de­ral Gus­ta­vo ­Fruet (­PSDB) anun­ciou que de­ve apre­sen­tar es­ta se­ma­na um pe­di­do de in­for­ma­ções ao Mi­nis­té­rio da Fa­zen­da so­bre a dí­vi­da do Pa­ra­ná re­la­ti­va a tí­tu­los pú­bli­cos ad­qui­ri­dos du­ran­te o pro­ces­so de ven­da do Ba­nes­ta­do. O par­la­men­tar ­quer se so­mar a pres­são pa­ra­naen­se jun­to ao go­ver­no fe­de­ral pa­ra que es­se ­atue pa­ra a so­lu­ção do im­pas­se.
■ Por cau­sa da dí­vi­da o go­ver­no pa­ra­naen­se es­tá su­jei­to a mul­tas im­pos­tas pe­la Se­cre­ta­ria do Te­sou­ro Na­cio­nal (STN) e es­tá im­pe­di­do de con­trair fi­nan­cia­men­tos ou as­si­nar con­vê­nios.

Onde?

  A es­pe­cu­la­ção ro­lou sol­ta no Tri­bu­nal do Jú­ri nas úl­ti­mas quin­ta e sex­ta-fei­ras du­ran­te a rea­li­za­ção da au­diên­cia e jul­ga­men­to do ex-de­pu­ta­do Fer­nan­do Ri­bas Car­li Fi­lho. En­tre as teo­rias ­mais po­pu­la­res es­ta­va a de que o réu não te­ria com­pa­re­ci­do ao tri­bu­nal por­que es­ta­ria em Flo­ria­nó­po­lis pa­ra as­sis­tir ao ­show da pops­tar Be­yon­cé.

Perguntinha (s)

  Co­mo o Po­der Ju­di­ciá­rio pre­ten­de li­dar com uma pes­qui­sa na­cio­nal em que 70% dos bra­si­lei­ros du­vi­dam da ho­nes­ti­da­de da Jus­ti­ça? Vai con­tes­tar a FGV? Ou vai tra­tar de re­ver sua pos­tu­ra? 70% não é um ín­di­ce mui­to al­to?

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