Assassinato na escola


Mais um assassinato na escola. E mais uma vez o autor frequentava aulas armado. Foram quantos até agora no Paraná?

- Em pelo menos este caso, o de Cascavel, o assassino não entrou na escola para matar e saiu. Não. Ele estava assistindo à aula. Estava armado e demonstrou nervosismo, segundo a notícia.

- Mesmo assim, ninguém percebeu? Ninguém alertou?

- Desculpem senhores professores, diretores e autoridades do ensino. Aluno armado na escola é negligência na portaria, nos corredores, na quadra, no intervalo...


'Desabafo'


O presidente da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar), Fabio Aguayo, resolveu fazer um desabafo público, contra o que ele considera ''perseguição'' das autoridades: ''Nosso segmento continua o alvo preferido para distrair a população das mazelas do mundo. A prioridade é nos destruir e nos desmoralizar: lei seca, lei antifumo, lei do horário do funcionamento, lei da meia entrada, lei da long neck, lei do bafômetro, lei do álcool gel, lei do canudo, lei do cardápio, lei da fila, lei do fio dental e agora a lei do copo''.


Lei antifumo


A lei antifumo no Paraná foi publicada no Diário Oficial do Executivo de 29 último. Lei semelhante no Rio de Janeiro já está sendo questionada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. O ministro Ricardo Lewandowski, relator do caso no STF, decidiu levar o assunto direto para análise do plenário, considerando a ''relevância da matéria e o seu especial significado para a ordem social e a segurança jurídica''.


Sem fundo partidário 1


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferiu pedido de reconsideração do Partido Popular Socialista (PPS) e manteve a desaprovação das contas da legenda referentes ao exercício de 2005. O repasse do fundo partidário ao PPS será suspenso por um ano, portanto, a partir da publicação da decisão.


Sem fundo partidário 2


O TSE já havia desaprovado as contas do PPS em fevereiro último, mas o partido continuou a receber o fundo partidário porque, a pedido da agremiação no último mês de maio, o TSE concedeu efeito suspensivo à decisão de desaprovar as contas até o julgamento definitivo do pedido de reconsideração, o que ocorreu agora.

- Entre as irregularidades apontadas pelo TSE está a ausência de documentação comprobatória de gastos efetuados com recursos do fundo partidário, no valor total de R$ 134.180,44, e a aplicação irregular de recurso do fundo partidário em donativos e contribuições no valor total de R$ 42.889,48.


Aliança improvável


Coube ao deputado estadual Élio Rusch (DEM) jogar um balde de água fria nas pretensões do presidente do DEM no Paraná, Abelardo Lupion, que abertamente defende apoio ao senador Osmar Dias (PDT) para a disputa ao governo do Estado em 2010. Lupion cogitaria inclusive o apoio ao PT de Dilma Rousseff, já que os petistas andam ''paquerando'' o senador. ''Dificilmente o DEM vai apoiar uma candidata do PT. O DEM hoje é mais oposição do que o próprio PSDB'', disse Rusch.

- Ele lembra ainda que, nacionalmente, o DEM continuará apoiando os tucanos, mesmo abrindo mão da vaga de candidato a vice-presidente da República na chapa encabeçada pelo PSDB de Aécio Neves e José Serra.


Mas, e as peculiaridades?


Rusch não esconde, entretanto, que a aliança entre PT e DEM, embora improvável nacionalmente e no Estado, já existe em municípios brasileiros. ''Como explicar isso para o eleitor?'', disse ele. Para evitar as uniões inusitadas, ele defende a seguinte fórmula: fim das coligações na majoritária e na proporcional e cláusula de barreira. ''Se tivéssemos cláusula de barreira, existiriam no máximo cinco partidos no Brasil.''


'É cedo!'


Élio Rusch também anda irritado com o volume de informações que circulam sobre o processo eleitoral de 2010. ''É cedo'', sustenta ele. ''O tempo que nossos administradores perdem é muito grande. Por isso defendo as eleições coincidentes (municipais e estaduais), e a cada cinco anos'', disse ele.


Perguntinha


Junto com o processo de implementação dos projetos para a Copa 2014 e Olimpíadas 2016, não seria prudente destacar comissões dos tribunais de contas para fiscalizar o uso do dinheiro público?

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