Apoio

O PMDB de Londrina indicou que deve apoiar o candidato Luiz Carlos Hauly (PSDB) no ''terceiro turno'' das eleições municipais. Antes, porém, o presidente do diretório municipal, Luiz Eduardo Cheida, vai submeter uma ''carta de princípios'' ao tucano.


Coordenação


Além de cobrar a adesão de Hauly a propostas peemedebistas para educação e transparência na administração, Cheida vai pleitear um espaço na coordenação de campanha. Motivo: os erros do PSDB que ajudaram a sacramentar a derrota para Antonio Belinati (PP), no ''primeiro segundo turno'', em outubro de 2008.


INSS


O Ministério da Previdência Social anunciou a intenção de implantar mais 36 agências do INSS no Paraná. Foram contempladas cidades com mais de 20 mil habitantes que ainda não contavam com representação do Instituto. As informações são da assessoria do deputado federal, André Vargas (PT), que apresentou um pedido técnico ao INSS no ano passado visando a ampliação da rede.


Contrapartida


O governo federal já reservou R$ 10 milhões do orçamento para as obras das novas agências do INSS - e os municípios deverão disponibilizar os terrenos.


Presente de grego


O prefeito José Roque Neto (PTB) ainda não definiu se Londrina vai participar do programa estadual de implantação de Centros de Atendimento à Saúde da Mulher e Criança. Segundo ele, as obras podem sair caras: depois de prontos, os centros receberão ''apenas'' R$ 8 mil do Estado - o restante deverá ser pago pelos municípios. Londrina foi ''beneficiada'' com 4 centros.


Caixa


Na visita a Brasília esta semana, o prefeito de Londrina aproveitou para obter detalhes da dívida de quase R$ 200 milhões do município - via Cohab - com a Caixa Econômica Federal. O prefeito se disse preocupado com o débito, que deverá tirar R$ 20 milhões do orçamento de 2008.


Cobrança


Roque Neto disse que vai cobrar explicações do presidente da Cohab, Carlos Eduardo de Afonseca e Silva - que foi ''herdado'' da gestão anterior. O prefeito acha que houve descaso das administrações passadas com a dívida.


Sem pressa 1


No espaço da Assembleia Legislativa na internet foi enfatizada uma declaração do presidente da Casa, Nelson Justus (DEM), que, aparentemente, soa no mínimo contraditória. Conforme texto publicado na internet, anteontem, Justus disse que a instalação do Previdepar (plano de aposentadoria dos parlamentares) não é prioridade da sua gestão, cuja ''missão'' principal seria a adoção de medidas de transparência.


Sem pressa 2


Para sustentar sua tese, Justus afirmou que a promulgação do projeto de lei que trata do Previdepar, esperada para anteontem, será feita só ''depois do Carnaval'', e com o aval prévio da Secretaria da Previdência Complementar (SPC), ligada ao Ministério da Previdência Social. ''Tudo será feito com calma e tranquilidade.''


Sem pressa 3


A cautela em relação à proposta, contudo, soa mais como uma estratégia para evitar que o Previdepar seja alvo fácil do Judiciário. A pressa pôde ser constatada em mais de uma ocasião durante o processo que culminará em Brasília, ''depois do Carnaval''. Um exemplo é a regulamentação da primeira versão do Previdepar, promulgada em julho de 2007. Em agosto daquele ano, a regulamentação já estava pronta.

Sem pressa 4


E se pressa fosse um elemento ignorado pela Casa, também não haveria motivo para aquela votação ligeira da segunda versão do Previdepar, em dezembro passado, feita no último dia de trabalhos da Assembleia. Ou melhor, haveria sim um único motivo: evitar chamar a atenção para um projeto de lei considerado polêmico. A tentativa, contudo, também não coincide com os preceitos de transparência supostamente priorizados pelo comando da Casa.


Aliado


Aldair Rizzi (PMDB) foi nomeado para o cargo de diretor presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). O decreto do governador Requião (PMDB) foi assinado no último dia 2.


Perguntinha


O presidente da Assembleia, Nelson Justus, afirma que ainda é preciso explicar a proposta do Previdepar em detalhes aos parlamentares. Não é o tipo de coisa que deveria ser feita antes da votação da proposta na Casa?

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