Boquinha


Durante uma solenidade sexta-feira, a FOLHA confirmou com o prefeito interino de Londrina, José Roque Neto (PTB), uma informação que circula há dias em Londrina - de que o governador Roberto Requião (PMDB) quis indicar um novo diretor da Sercomtel no início do ano. O ''sortudo'' seria um ''amigo'' do governador.

- O pedido foi negado pela administração municipal.


Não sei


Na mesma ocasião, Roque Neto disse desconhecer a informação de que a Vigilância Sanitária levou cinco dias para apurar denúncia de má conservação de alimentos na sede da empresa que fornece a merenda escolar de Londrina.


Erro


Informado por jornalistas, Roque Neto criticou a lentidão da Vigilância Sanitária e disse que vai apurar o assunto e tomar as ''providências cabíveis''.


Sem debates 1


A volta das sessões plenárias da Assembleia Legislativa, no último dia 2, foi marcada pela ausência de discussões. Na Ordem do Dia, nada que despertasse o entusiasmo dos parlamentares.


Sem debates 2


Nem mesmo o protesto das servidoras do Estado provocou reações duradouras no plenário. Terça-feira funcionárias públicas gestantes e lactantes foram cobrar a votação do projeto de lei que amplia a licença maternidade de 120 dias para 180 dias. A proposta se arrasta por resistência do governo do Estado, que tem base larga no Legislativo e ainda não se preocupou em ao menos explicar os motivos da negativa ao projeto de lei.


Sem debates 3


Foi sentida a ausência do deputado estadual Durval Amaral (DEM) já que o assunto que predominou foi o polêmico projeto de lei que cria a aposentadoria especial para os parlamentares. Durval é o mentor da proposta, que conta com o apoio quase total do plenário.


Via celular


A ''pressão'' sofrida pelo deputado federal Osmar Serraglio (PMDB/PR) para que ele abandonasse a idéia de ser presidente da Câmara pode ser mensurada pelo celular. Mensagens de quase toda a cúpula do PMDB, inclusive de ministros, ''lotaram a caixa'' de Serraglio um dia antes da vitória de Michel Temer (PMDB/SP), conforme ele mesmo relatou.

- É o desespero para garantir um 2010 confortável.


Até no judiciário


A crise econômica poderá afetar o Judiciário brasileiro, de acordo com a avaliação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O órgão estima que com o aumento no número de demissões e da redução do fluxo de capital a demanda nos tribunais poderá aumentar. Ainda segundo o órgão, teriam ocorrido 650 mil demissões no país em dezembro de 2008 e as previsões para 2009 seriam pouco animadoras.

Diante dessa realidade a Justiça vai ter que vencer o estigma da lentidão?


Economia necessária


Com o cenário econômico desfavorável, o secretário-geral do CNJ Alvaro Ciarlini e os ministros João Oreste Dalazen e Rui Stoco recomendam aos tribunais e gestores públicos o monitoramento dos gastos. Para Stoco, o momento para os tribunais seria de ''economia e corte de gastos''.


De olho em 2010


O DEM e o PSDB irão reunir seus filiados nesta segunda-feira para a primeira reunião do ano. A pauta dos encontros é mais ou menos a mesma, avaliação do quadro político e as eleições de 2010.


Museu de medicina


Um projeto da Associação Médica do Paraná que pretende criar um Museu da Medicina em Curitiba foi apresentado ontem ao prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB). De acordo com o presidente da instituição, José Fernando Macedo, a associação já possuiria o acervo necessário para a abertura do museu.


Qualificação


Além do museu de Medicina, também estaria na pauta do encontro ações para promoção de cursos de qualificação dos profissionais da área médica em Curitiba. O projeto incluiria os servidores da rede pública de atendimento nas unidades de saúde.


Flanelinhas


Um projeto de lei que tramita na Câmara Federal pretende punir os guardadores de carro - conhecidos como flanelinhas. A medida quer transformar em crime de extorção indireta a cobrança habitual para vigiar veículos estacionados em vias públicas. A pena para o crime varia de um a três anos de prisão. O autor da proposta é o deputado petista Antonio Carlos Biscaia (PT-RJ).

- Essa lei é elitista e inócua.

Perguntinha


Uma lei será suficiente para acabar com o ''tio, quer que eu olhe''?

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