Preliminares

Por mais que o novo calendário eleitoral ainda não tenha sido definido para Londrina, os dois virtuais candidatos à disputa, Luiz Carlos Hauly (PSDB) e Barbosa Neto (PDT), já fazem questão de aparecer em eventos sociais de público e mídia.
Lenço no pescoço...

Barbosa tem se mostrado bem disposto a concorrer mais uma vez - os recentes encontros com correligionários que o digam. Em um desses eventos, semana passada, a comemoração era levada a lenços vermelhos amarrados no pesçoco, homenagem ao aniversário do líder morto do PDT, Leonel Brizola. Após a celebração, o grupo foi às ruas de Londrina. Populares cumprimentaram Barbosa, que nega estar em campanha, com palavras nada amistosas a Hauly.


... e instabilidade emocional

Já Hauly, para quem ''é difícil'' realizar uma nova eleição sem o julgamento de Belinati no STF, o processo todo gera, no mínimo, ''uma instabilidade emocional''. Para o tucano, que não descarta entrar novamente na disputa, a expectativa é para que o presidente do TRE, desembargador Jesus Sarrão, peça urgência na apreciação do recurso belinatista. Em tempo: este nem foi ingressado, uma vez que o acórdão com a cassação da candidatura só deve se liberado pelo TSE em fevereiro.


Ao vento

É curiosa a situação financeira do município de Rolândia: em entrevistas concedidas a rádios de Londrina, o prefeito Johny Lehmann (PTB) tem alardeado que o caso por lá ''é preocupante'' porque a Prefeitura, nos últimos oito anos, não teria recolhido o FGTS dos servidores municipais. Alegou, assim, ter herdado uma ''uma dívida de R$ 3 milhões para 2010''.


Oficial = oficialesco?

Questionado pela FOLHA sobre o assunto, ontem à tarde, Lehmann admitiu: ''Essa história antiga, nem é novidade para nós. Mas tudo que sabemos é extraoficialmente; não tenho nada em mãos''. Mais curioso ainda é que, indagado se as contas da administração foram aprovadas, ao longo desse tempo todo, o petebista respondeu afirmativamente: ''Não tenho nada oficial para te oferecer, nada''.



Superlotação

O governador Roberto Requião (PMDB) anunciou ontem que até julho serão resolvidos os problemas de superlotação nas cadeias de Curitiba e Região Metropolitana. O anúncio ocorre dias após a rebelião no 11º DP da Capital, que resultou na morte de um preso e deixou três outros feridos. O local tem capacidade para 40 presos, mas, no momento da rebelião, abrigava 180 detentos.


Promessa

A data, segundo Requião, tem ligação com os investimentos no setor. Até julho, seriam finalizadas a construção de 120 celas modulares, com capacidade para 12 presos cada. As novas celas modulares estarão em Piraquara, Araucária, Colombo e Rio Branco do Sul, municípios da Região Metropolitana de Curitiba.


Diretoria na Sanepar I

O ex-prefeito de Apucarana Valter Pegorer foi empossado ontem como diretor de Relações com Investidores na Sanepar. Pegorer irá agora administrar a política acionária da companhia e orientar o relacionamento e comunicação entre os acionistas, Bolsas de Valores e Comissão de Valores Mobiliários.


Diretoria na Sanepar II

O ex-prefeito já havia divulgado que assumiria uma vaga em órgão do Governo do Estado, embora não tivesse precisado qual a ocupação. Ele teria discutido em uma reunião realizada há alguns dias com o governador Roberto Requião três possíveis ocupações que poderia assumir.


Polícia de Fronteira 1

O deputado estadual Mauro Moraes (PMDB) reclamou ontem da falta de interesse pelo seu projeto de lei que cria o ''Batalhão da Polícia Militar da Fronteira'', na região de Guaíra. Segundo o peemedebista, a proposta tem encontrado resistência na Assembleia Legislativa. O projeto de lei estaria na ''gaveta'' da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi apresentado após a chacina de Guaíra, em setembro do ano passado.


Polícia de Fronteira 2

O recesso parlamentar termina dia 2 próximo, quando o peemedebista vai tentar novamente emplacar a ideia. Ele garante que apresentou emenda ao orçamento de 2009 que destina recursos para a implantação da Polícia Militar da Fronteira.


Perguntinha

Superadas as centenas de recursos eleitorais verificados durante as eleições municipais de 2008, finalmente Londrina terá prioridade no julgamento das ações que podem interferir no novo segundo turno?

mockup