INFORME FOLHA
Os leitores da FOLHA
Ao longo dos debates políticos, principalmente os municipais, há um ponto a ser destacado: a posição dos leitores da FOLHA.
- Eles retribuem com isenção e sabedoria os espaços que lhes são franqueados. Quem tem hábito de ler a coluna de cartas sabe do que estamos falando.
Maior patrimônio
Maior patrimônio de todo e qualquer jornal, os leitores têm sempre uma posição invariavelmente marcada por boas intenções.
- E ajudam a elucidar as questões.
Corajosos
No caso dos leitores da FOLHA, eles contribuem sempre com os mais diversos assuntos. Exemplo: nas sequências de escândalos da Câmara Municipal, deram demonstração de coragem e uma certa desenvoltura.
Responsabilidade
A postura dos leitores confere ao jornalista e ao jornal um grau de responsabilidade muito forte. Nós também nos sentimos fiscalizados por eles.
Respaldo
Ao mesmo tempo, não existe condição melhor, do que a sensação de respaldo, expressa numa mensagem que chega por e-mail ou simples telefonema.
Precisam ser ouvidos
Há cartas emotivas, há os desabafos, os emocionais. Não são estéreis, porém: todas têm algum tipo de contribuição. Sobre cartas, os políticos têm que ouvir e acatar. No mínimo têm que refletir.
O que eles dizem
Cartas como a do padre Jair Claro, de Japira; do agrônomo Alício Massan, de Santa Mariana; do arquiteto Oswaldo Santos, de Londrina; da advogada Tatiana Gonçalves André; do médico Heitor de Carvalho Lima; do biólogo Mário Luís Orsi.
- Centenas de cartas. Lê-las, simplesmente, sem pôr em prática o que sugerem é um desperdício.
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Lei seca
O deputado Fabio Camargo (PTB) afirmou que pretende apresentar, após o recesso na Assembléia Legislativa, um projeto de lei para ampliar a fiscalização de embarcações no litoral paranaense. Entre as medidas, estaria a implantação do uso de bafômetros para evitar que pessoas alcoolizadas conduzam lanchas e jet-skis.
Novidade?
O governo federal alardeou a concessão da aposentadoria por idade para os trabalhadores urbanos em um prazo de 30 minutos. Especialistas da área previdenciária não veem a medida como uma grande novidade. Na verdade, sob a ótica deles, o INSS anunciou algo que já fazia parte da legislação e deveria ser cumprido há muito tempo.
Casos simples
O Cadastro Nacional de Informações Sociais - utilizado para a concessão dessas aposentadorias - já existe desde 2002. A previsão é que a medida não deva beneficiar todas as pessoas, apenas os casos mais simples. Ficam de fora aqueles que envolvem contagem de tempo rural e tempo especial como insalubridade e periculosidade.
Não confiável
A consulta aos dados do cadastro também não é confiável. Os casos mais comuns de falhas são a falta de vínculos empregatícios e erros no valor dos salários. Por isso, o trabalhador precisa conferir sempre para não ficar no prejuízo. Espera-se que o tempo para conseguir a aposentadoria não seja mais de três a quatro meses nos casos mais simples. Há situações nas quais o trabalhador espera até um ano e meio.
Perguntinha
O anúncio do governo federal com relação à concessão de aposentadorias não caracteriza propaganda enganosa?





