INFORME FOLHA
A FOLHA incomoda
Foi só a FOLHA divulgar dados sobre o seu crescimento (13/11/08) para despertar a ira de pretensos concorrentes.
- Reafirmando: o número exato é 20.381 (número de circulação paga mais cortesia só na cidade de Londrina) aos domingos - segundo o IVC. E não ''cerca de 20.500''.
Qual é o fato?
A FOLHA tem outros números, igualmente incontestáveis. O que interessa no momento é que estes dados tratam de assinaturas pagas. Não há como comparar jornal de circulação paga com jornal de distribuição gratuita.
Abrangência também incomoda?
A FOLHA pode exibir outros dados - igualmente submetidos ao crivo do IVC - que mostram a capilaridade de um jornal presente em 76% do Estado do Paraná, ou 302 municípios.
Nossos leitores
Há outras qualidades da FOLHA cujos indicadores transcendem fatores como assinaturas pagas, circulação etc. Não que esses dados não sejam importantes. Ocorre que a FOLHA tem um conteúdo forte, que o leitor pode conferir todos os dias.
- Enfim, a FOLHA não quer incomodar concorrência nem nada. Ela só quis - ao divulgar os números de sua circulação - mostrar sua paixão pelo bom jornalismo e respeito aos leitores.
Emendas
De acordo com o relator do orçamento do Paraná para 2009 na Assembléia, deputado Nereu Moura (PMDB), até secretarias de Estado têm procurado a comissão para pedir emendas ao orçamento. Segundo o deputado, esses órgãos teriam ''se sentido prejudicados na elaboração geral do documento e agora pedem que a Casa faça correções''.
- Nereu garante que irá acolher vários desses pedidos no substitutivo geral do projeto de lei.
Cheque em branco
Ninguém sabia ao certo como nem por que. Mas o projeto que autoriza o governo estadual a movimentar, sem consultar a Assembléia Legislativa (AL), R$ 400 milhões foi aprovado pelos deputados em segunda discussão, sem nenhuma emenda.
Aplicação
Apesar das afirmações do governo do Estado de que o dinheiro seria referente a uma arrecadação acima do previsto, vários deputados ainda questionam nos bastidores da Casa qual seria o destino dos recursos e por que não seria desejável passar os projetos pela discussão na AL.
Decisão do Codesul
De acordo com o líder do governo na Assembléia Legislativa, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), a decisão de ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra o piso salarial para os professores proposto pelo governo federal foi tomada pelo Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul).
Estranho no ninho
Apesar da afirmação, Romanelli não explicou exatamente como o governo do Ceará, que também assina a ação junto com Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, iniciou sua participação. O estado nordestino não faz parte, por motivos óbvios, do Conselho.
Independência
Tentando justificar os motivos que levaram o Estado a participar da Adin, uma vez que o governo do Paraná já pagaria aos professores um valor acima do proposto pelo governo federal, Romanelli invocou o ''princípio federativo''. ''É uma questão filosófica. Uma defesa da independência orçamentária dos entes federados'', afirmou.
- O peemedebista defendeu que, se o governo federal pretende impor o salário mínimo aos Estados, também deveria transferir as receitas tributárias.
Perguntinha
Tem suplente torcendo por pré-candidato a presidência da Câmara de Vereadores de Londrina de olho em uma possível suplência?





