Não deu dinheiro...apanha

Nas imediações do Bosque, no Centro de Londrina, é assim: se você não der dinheiro para um dos muitos rapazes que pedem, cuidado! Você pode ser agredido. Na verdade, eles não pedem: intimidam e intimam!

- Alguns são usuários de drogas. Outros comercializam.



A qualquer hora

Aconteceu ontem com o repórter fotográfico da FOLHA, Marcos Zanutto. Poderia ser com qualquer pessoa, como, aliás, já ocorreu. De dia é tão perigoso quanto à noite.

- São constantes as reclamações.


Agressivos


Qual o motivo da agressão no caso de ontem? Zanutto chamou a atenção do indivíduo, alterado, que insistia em interromper seu trabalho. Da ameaça, passou à ação desferindo chutes e socos.



Livre para atacar

A PM agiu rápido e prendeu o indivíduo. Mas, poucas horas depois, ele foi liberado. Ganhou a rua antes da vítima. E está livre para atacar.


Pobre cartão postal

Moral da história: o Bosque de Londrina está virando um antro. A marginalidade age à vontade.



Droga na Concha

Está desprotegido o Bosque de Londrina. O Bosque e a Concha Acústica. Dias atrás a FOLHA mostrou maconha na Concha, local frequentado por crianças que moram no Centro Comercial.



Temperatura

O debate realizado pela TV Tarobá, na noite de quinta-feira, com os candidatos a prefeito de Londrina mostrou bem a temperatura da campanha nesta reta final. Entre uma pergunta e outra, não faltaram ironias e acusações.



Pela tangente

Auto-intitulado como o ''político paranaense com o maior número de vitórias nas urnas, dez no total'', Antonio Belinati (PP) apelava deliberadamente ao ''vamos manter a calma'' a cada pergunta mais incisiva do oponente Luiz Carlos Hauly (PSDB). O tucano não o poupou de temas ''espinhosos'' como dívidas deixadas em administrações anteriores e a destinação dos R$ 186 milhões arrecadados com a venda de 45% das ações da Sercomtel.



'Vou chorar'

No início do quarto bloco, quando os ânimos já demonstravam estar no limite, e depois do tucano ter chamado duas vezes o ex-prefeito de ''ator da Globo'', Belinati não perdeu a chance de ironizar o adversário. Em meio a uma resposta sobre criação de novos municípios, Hauly apelou ao pepista: ''Deixa o Hauly ser prefeito uma vez. O senhor já foi três''. O ex-prefeito, gesticulando com as mãos sobre os olhos, respondeu: ''Eu vou chorar. O Hauly quer ser prefeito''.
- ''Depois dessa, ele vai fazer novela mexicana'', retrucou o tucano.



Quem perdeu foi o eleitor

Sem entrar na avaliação de qual candidato ''venceu'' o debate, fica somente a impressão de que quem perdeu foi o eleitor. Proposta mesmo, de ambos os lados, restaram poucas.



Fim do horário

O último programa gratuito de televisão dos candidatos à prefeitura, Luiz Carlos Hauly e Antonio Belinati, foi bastante ameno: agradecimentos, imagens e mensagens da família e muitos, muitos depoimentos de eleitores a favor de seus candidatos



Fim do horário II

As duas coligações apelaram aos eleitores para conquistar mais alguns votos na reta final e evitaram acusações. O encerramento das inserções contou com clipes musicais e o tradicional pronunciamento - emotivo - final de cada um. No segundo turno, foram 12 dias de horário eleitoral gratuito.



Max Rosenmann


O quadro de saúde do deputado federal Max Rosenmann (PMDB) permanecia ''gravíssimo'' ontem, segundo a equipe médica que o atende no Hospital Santa Cruz desde a última segunda-feira. Às 20 horas de ontem, o paciente estava internado na UTI recebendo as medicações necessárias e respirando com a ajuda de aparelhos. Ele preservava os sinais vitais e apresentava pressão intracraniana elevada.


Perguntinha


Por onde andam as duplas de policiais que faziam a ronda ostensiva pelo centro de Londrina após as manifestações pedindo mais segurança na cidade?

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