Acareação no ‘mensalinho’
O Gaeco em Londrina espera para as 9 horas da próxima segunda-feira a acareação entre o ex-vereador Orlando Bonilha e o diretor da TCGL, Gildalmo Mendonça. Bonilha disse que a empresa pagava mensalinho a boa parte da Câmara há anos. Gildalmo nega. Em comum: ambos já freqüentaram as celas do CDR.
Combustível dosado
Uma troca de palavras aparentemente simples não passou nem um pouco despercebida ontem pelo eleitor londrinense. Em entrevista a uma emissora de TV local, o candidato a prefeito pelo PCB, Amadeu Felipe, falava de abastecer as UBSs com mais remédios à população quando, em
vez de ‘‘postos de saúde’’, citou ‘‘postos de combustíveis’’. Quatro telespectadores ligaram para a empresa para perguntar o porquê da ‘‘proposta’’.
Fotossíntese
Em tempo: com pouco mais de 20 segundos restantes para falar sobre meio ambiente, Amadeu passou a proposta, se despediu e ainda pediu o voto do eleitor. Isso que é poder de síntese.
Prestações de contas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibilizou ontem no seu site (www.tse.gov.br) as informações relativas à primeira prestação de contas dos candidatos que concorrem ao pleito de outubro próximo.
Londrina I
Conforme o TSE, dos nove candidatos à Prefeitura de Londrina, três informaram que não tiveram nenhuma receita, nem despesa: Amadeu Felipe (PCB), Luiz Eduardo Cheida (PMDB) e Marcelo Urbaneja (PTdoB). Não constava no site do TSE a prestação de contas de Wilson Machado (PSOL). Quem mais arrecadou foi o tucano Luiz Carlos Hauly que registrou uma receita de R$ 105 mil (doações de pessoas jurídicas). Hauly gastou
R$ 93.345,68 e a maior despesa (R$ 50 mil) foi com o item ‘‘produção de programas de rádio, televisão ou vídeo’’.
Londrina II
Barbosa Neto (PDT) teve uma receita de
R$ 96.860,85 (R$ 10.860,85 em estimativa), mas as despesas chegaram a R$ 175.944,96 (o maior gasto foi com publicidade por materiais impressos,
R$ 141.327,50). André Vargas (PT) teve receita de R$ 30 mil e despesa de R$ 9.522,00 (relativo a gasto com publicidade por material impresso). Marcos Colli (PV) registrou R$ 2.755,00 de receita e igual valor de despesas. Antonio Belinati (PP) conseguiu R$ 2.499,56 de receita. O mesmo valor foi registrado no item de despesas.
Maringá I
Em Maringá, Silvio Barros (PP) foi o que mais arrecadou: R$ 241.173,00 (R$ 20 mil de recursos próprios, R$ 115 mil de doações de pessoas físicas e R$ 106.173,00 de pessoas jurídicas). Ele informou ainda que gastou R$ 214.016,00. A maior despesa (R$ 124.578,40) foi com publicidade por materiais impressos.
Maringá II
Ênio Verri (PT) arrecadou R$ 160.672,00 e gastou R$ 101.460,31. Dr. Batista (PMN) registrou R$ 30 mil de receita, mas não teve despesa. Claudemir Romancini (PSOL) teve uma receita de R$ 550,00 e o mesmo valor de despesa. Wilson Quinteiro (PSB) arrecadou R$ 200,00 e gastou o mesmo valor. Rogério Mello (PTdoB) informou que não tinha valores de receita e de despesa, assim como João Ivo Caleffi (PMDB). A prestação de contas de Ana Pagamunici (PSTU) não constava no site do TSE.
Exibição
O governador Requião (PMDB) promete exibir um vídeo sobre o caso Copel/Olvepar no início de toda ‘‘escolinha’’. É para ninguém esquecer do assunto, alega ele.
Troca
Maria Cecília do Amaral assumiu ontem a diretoria-geral da Casa Civil do governo do Paraná. Ela entra no lugar de Jussara Borba Gusso, que voltou para o Tribunal de Contas (TC), onde deve atuar na inspetoria do ex-secretário estadual Maurício Requião, hoje conselheiro no órgão.
Intervenção
Maurício Requião, pelo visto, ainda não está ‘‘ambientado’’ no TC. Pela manhã, ele se declarou impedido de votar no julgamento das contas do governo do Estado, mas, por outro lado, fez uma intervenção para explicar números relativos às contratações de pessoal para a pasta da Educação, o que causou um mal-estar geral entre os membros do pleno.
Perguntinha
Na Olimpíada da corrupção, o Brasil seria uma potência e brigaria pelo ranking das medalhas de ouro?

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