Reitor tem alta
O reitor da UEL, professor Wilmar Marçal, deixa hoje o Hospital do Coração, onde estava internado desde segunda-feira para uma cirurgia de redução de estômago (Notícia exclusiva do Informe Folha).
Em repouso
A cirurgia foi um sucesso (na quarta-feira o reitor já despachara com o chefe de gabinete) mas requer repouso. Então, Marçal permanecerá em casa por alguns dias, sob o olhar da esposa, a psicóloga Maria Eli Marçal.
Descontraído
Ontem, ele estava descontraído, elogiou os médicos Ricardo Morioka (gastro) e Wellington Moreira (cardiologista) e suas equipes. O reitor quer e precisa perder peso porque sua atividade é estressante.
UEL, um gigante
A UEL é como uma empresa gigante. Para se ter idéia, ela reúne uma comunidade de 25 mil professores, estudantes e funcionários. Está entre as 10 maiores universidades brasileiras.
Orçamento
O orçamento para 2008 é de R$ 300 milhões, o que significa administrar números comparativos aos cinco maiores municípios paranaenses. O orçamento da UEL é maior do que 80% dos municípios brasileiros.
Jovem acorrentado 1
O monsenhor José Agius, pároco de Rolândia, ligou para falar sobre o caso do jovem viciado, acorrentado pela mãe para não ser morto por traficantes, caso revelado pela FOLHA na terça-feira, na capa.
Jovem acorrentado 2
Segundo o padre, para ser internado em instituição de dependentes químicos o viciado tem manifestar vontade. ''Não adianta a mãe querer, é preciso que o filho esteja de acordo. E queira ser salvo.''
Jovem acorrentado 3
Vários jovens de Rolândia - conforme o padre - estão internados em instituições de Maringá, Palotina e Foz do Iguaçu. Os custos são pagos pela Igreja. Foi oferecida ajuda à mãe que acorrentou o filho. Mas ele recusava.
Jovem acorrentado 4
O problema do ''morro'' em Rolândia - como é conhecido o local onde estão os bairros do São Fernando, numa comparação com o Rio -, segundo o monsenhor, é a discriminação e o tráfico de drogas. ''A polícia sabe quem são os traficantes e onde estão, por que não age?''
Jovem acorrentado 5
Padre José pediu que empresas e moradores das regiões centrais não discriminem os moradores do São Fernando e dêem empregos para não caírem nas drogas. E desabafou: ''Os pais têm que usar de autoridade para que os filhos sejam educados''.
Ressaca ambiental 1
Foi cancelada ontem a audiência pública no distrito de São Luiz que discutiria a implantação da empresa GNB Indústria de Baterias Ltda. no local. A medida foi tomada pela comissão de Meio Ambiente de Câmara de Vereadores de Londrina, mediante solicitação do 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM).
Ressaca ambiental 2
Em ofício encaminhado no final da manhã de ontem à Câmara, o major da PM Júlio Richter Neto informou que um levantamento feito pelos homens do Serviço Reservado constatara ''possível rompimento da segurança em razão da forte comoção pública'' no distrito. Em tempo: semana passada circularam na comunidade, por parte de um vereador, panfletos insinuando que a GNB poluiria o meio ambiente local com chumbo das baterias. A hipótese é rechaçada pela própria empresa e até por ambientalistas da cidade.
Álbum de foto
Um desses ambientalistas, por sinal, é o (ainda) assessor de Recursos Hídricos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), João Baptista de Souza. Anteontem, ele protagonizou uma intervenção no Plenário, aos berros, e acabou retirado do local por três seguranças. Favorável à GBN, Souza criticou a atuação do Município na esfera ambiental e anunciou que deixava, ali, o posto.
Vantagens de 'ombudsman'
''João conversou comigo hoje (ontem) e apenas manifestou a intenção de deixar a gestão, mas nada chegou para nós até agora. Sobre o ato dele na Câmara, achamos apenas que ele é um ombudsman da administração: tem plena liberdade de se manifestar sem ser perseguido por isso'', exaltou o secretário de Meio Ambiente, o advogado Gérson da Silva.
Salário mais gordo
A pressa com que os vereadores de Ponta Grossa (Campos Gerais) aumentaram o próprio salário é típica dos legislativos locais. Como têm autonomia para reajustar o próprio salário, os parlamentares não perdem tempo. No caso de Ponta Grossa, o aumento foi de 50%. Vai valer a partir de 2009. Já pensou se a moda pega?
Filme batido
O discurso costuma ser o mesmo em qualquer cidade ou Estado: não há dinheiro para aumentar o salário do funcionalismo. Mas de ''vossas excelências'', é outra história...
Perguntinha
No Brasil, os parlamentares merecem a prerrogativa de votar os próprios salários?

Equipe da Folha
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