Promoção
O major César Vinícius Kogut, comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, deverá ser promovido a Tenente Coronel, na próxima reunião da Comissão que trata de promoções na PM. A notícia não é oficial.
Bons serviços
A promoção seria em reconhecimento aos bons serviços prestados pelo major Kogut em segurança comunitária na região de Apucarana e, mais recentemente, em Londrina. No caso de Londrina é visível a melhoria na segurança urbana.
Requião
A informação teria sido dada pelo próprio governador Roberto Requião, que se mantém informado sobre problemas de segurança na região. Procurado para confirmar a informação o major não foi localizado.
Cidadania
Kogut é estagiário da ADESG (Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra), um curso de alto nível, que confere aos participantes maior preocupação com o bem estar dos cidadãos.

Playboy
‘‘Nunca teve essa procura. Desde o tempo que eu trabalho aqui, nunca vi isso. O pessoal não pára de perguntar pela revista.’’ José Erinaldo da Silva, funcionário da banca do Congresso, comemorando a venda acelerada das revistas com as fotos de Monica Veloso, que teve uma filha com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Obviamente, o dono da banca de revistas não foi o único que lucrou com o escândalo.
Trabalho infantil
De janeiro a agosto deste ano, a Delegacia Regional do Trabalho (DRT) do Paraná encontrou mais de 1.500 crianças e adolescentes em trabalho irregular. Desse total, 1.474 têm entre 16 a 18 anos, com 57% dos casos envolvidos no comércio. Com idade entre 14 e 16 anos, foram encontrados 17 adolescentes ilegais, sendo 42% também em atividades comerciais. Na faixa de 7 a 14 anos, 7 menores foram afastados do trabalho irregular, dos quais 3 estavam atuando em hotéis e restaurantes. Já as crianças com até sete anos de idade, quatro foram encontradas no comércio.
Ranking
Segundo o Ipardes, o Paraná está em 6º lugar no ranking dos estados que mais possui crianças trabalhando. O principal foco de exploração está na zona rural, mas o trabalho doméstico e a situação de rua também têm elevado as estatísticas. O trabalho infantil doméstico é uma prática que atinge principalmente as meninas, que acabam trabalhando em residências de terceiros. Outros fatores que tem envolvido cada vez mais os menores são a exploração sexual e o tráfico de drogas, aponta a DRT.
Lei
No Brasil é proibida a realização de trabalho aos menores de 16 anos, exceto em condição de aprendiz para quem têm entre 14 e 16 anos. Dos 16 aos 18 anos de idade, os adolescentes podem trabalhar, desde que estejam protegidos de situações insalubres, perigosas, penosas, prejudiciais à formação física, psíquica, moral e social.
Seminário
Para discutir essa situação, a DRT do Paraná realiza no próximo dia 10, a partir das 8h30, no auditório do Ministério Público do Trabalho, o Seminário ‘‘Criança Integral - Comunidade Consciente’’. O evento abordará temas como as conseqüências do trabalho infantil e a rede de proteção. O evento faz parte de uma iniciativa federal que envolve as DRTs de todo o Brasil, com a meta de conscientizar a população.
Penas
A empresa que contratar crianças e adolescentes até 16 anos será multada no valor mínimo de R$ 402,53 por pessoa, dobrando o valor em caso de reincidência. Também pode ser aplicado um processo criminal dependendo das condições de trabalho impostas ao menor.
Universidades estaduais
A Comissão de Educação do Senado adiou para a próxima terça-feira a votação do projeto que obriga o governo federal a financiar universidades estaduais visando à expansão da oferta de vagas e à qualidade dos cursos e programas. O projeto, de autoria do senador Osmar Dias (PDT-PR) altera um artigo da Lei 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional (LDB).
Demanda
A proposta do senador se dá para fazer frente ao aumento da demanda por educação superior, que vem subindo a cada ano. Segundo o senador, os gastos com as universidades estaduais no Paraná chegam perto de R$ 800 milhões por ano. O projeto receberá decisão terminativa já na próxima reunião da Comisão de Educação.
Perguntinha
Só de escândalos que caem no esquecimento vive a política brasileira?

Equipe da Folha | [email protected]

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