INFORME FOLHA
Estabilidade e demagogia
Câmara Municipal de Londrina aprovou estabilidade de 10 anos aos funcionários da Sercomtel Fixa e Celular, em caso de venda da empresa. Para muitos, a medida é paternalista e demagógica.
Complicador
A estabilidade também apresenta desvantagem econômica para a Sercomtel. É fator negativo na hora de negociar preços. O município sempre perde com medidas como essa. Interesses de grupos em detrimento da maioria.
Sem outdoors...
Em muitas avenidas de São Paulo os outdoors já não existem. Lei municipal mandou retirar. Não se sabe qual foi o critério, mas a prefeitura declarou guerra à poluição visual e a cara da cidade está mais limpa.
...é bem melhor!
Londrinense andando pelas ruas de São Paulo percebeu ''algo leve, limpo, o ambiente parecia mais arejado''. Observando melhor constatou que não havia mais outdoors. ''Avenida Pinheiros, por exemplo, está mais bonita...''
Menos acidentes
Uma idéia a ser discutida em cidades do porte de Londrina, Maringá, Cascavel e principalmente a capital. Novo Código de Postura. Em São Paulo, os técnicos acham que a ''limpeza'' pode ajudar na redução de acidentes.
Ecologicamente errados
Os outdoors são ecologicamente incorretos. Há casos em que sua instalação implica no corte de galhos de árvores. (Como se vê, mutilação de árvores não é exclusividade da Copel e prefeitura).
No ônibus já é demais!
Em Londrina há outdoors ''móveis'', são aquelas placas no vidro traseiro dos ônibus. Aquilo desvia a atenção dos motoristas. Devia ser proibido pelo Trânsito.
Economistas
Reunião da Sociedade Brasileira de Economia e Administração Rural (Sober) vai debater em Londrina os meios para conciliar tecnologia, interesse econômico e sustentabilidade. Será de 23 a 25 de julho.
Turismo tecnológico
Previsão é reunir 800 pessoas. Participantes vêm de diferentes regiões, incluindo Nordeste. É o turismo de eventos - ou turismo tecnológico - que Londrina deve implementar. (Caderno de Economia).
Nessa longa estrada...
Mesmo após dez mandatos eletivos - três deles como prefeito de Londrina -, o deputado estadual Antonio Belinati (PP) fez e refez as contas e chegou à conclusão que só conseguiria se aposentar e sair beneficiado com o plano de aposentadoria suplementar da Assembléia Legislativa do Paraná aos 97 anos de idade.
Tempos de contribuição
Pelas regras do plano, que serão votadas na semana que vem, os deputados que quiserem aderir ao fundo precisam ter pelo menos 60 anos de idade, no mínimo 35 anos de contribuição ao INSS e no mínimo vinte anos, no total, de mandatos eletivos.
Apagão e conluio
O deputado André Vargas (PT/PR), membro da CPI do Apagão Aéreo, denunciou ontem a existência de um ''conluio'' entre os controladores militares de vôo brasileiros e o suíço Christoph Gilgen, presidente da Federação Internacional de Controladores de Tráfego Aéreo.
Perícia em e-mails
Vargas disse que recebeu anonimamente cópias de e-mails trocados entre os três controladores presos e Gilgen. Nas mensagens eles discutem estratégias de ação e acertam como fazer pressão sobre as autoridades brasileiras e a inserção na mídia de ataques ao sistema de controle de vôos do Brasil. As cópias dos e-mails foram entregues à CPI e passarão por uma perícia técnica.
Sem álcool
Um projeto curioso entrou em discussão da Câmara de Vereadores de Maringá. O vereador Valter Viana (PHS) queria proibir os postos de combustível da cidade de venderem álcool combustível para consumo humano. O próprio Viana pediu o arquivamento do projeto, alegando que a proibição faz parte do projeto da Lei Seca que vem sendo debatido na Câmara.
Preço dispara na madrugada
Os motoristas de Maringá acordaram com uma surpresa ruim ontem. O preço do álcool, que estava sendo vendido a R$ 0,95 o litro, passou para R$ 1,39. Já o litro da gasolina, que estava em R$ 2,07, subiu para R$ 2,39 e em alguns postos chegou a R$ 2,48.
Entre mortos e feridos
O litro teve uma alta de praticamente R$ 0,40 em apenas uma noite e mais estranho é que todos os postos tiveram a mesma atitude, mesmo sem renovar os estoques. Proprietários alegam que os preços baixos eram resultado de uma ''guerra de preço'' entre as distribuidoras e postos. Pelo jeito a guerra acabou e todos estão em paz, mas os consumidores é que perderam.
Perguntinha
Em termos de credibilidade, quem está pior, a Câmara ou o Senado?
Equipe da Folha
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