O alvo é a vitrine

Uma loja bem instalada, expondo uma vitrine atraente, com uma decoração alegre, móveis modernos. Tudo chamando a atenção de quem passa. Isto vende mais? É bom para o cliente? E para a cidade, isto é bom?



Não se pode investir

As respostas para essas perguntas são positivas. Só que há empresários evitando fazer esse tipo de investimento. Preferem deixar de promover as mercadorias. Pelo menos é o que ocorre na Rua Maringá, em Londrina.



Vandalismo

O dono de uma loja instalada na semana passada queria transformá-la em um ''cartão de visitas''. No entanto, ladrões quebraram vidros e arrancaram um aparelho de TV. Ocorreu poucos dias após a inauguração.



Vandalismo 2


Se não bastasse os rigores da legislação trabalhista atrasada, os impostos em exagero, que são desestímulo para tocar qualquer negócio no Brasil, ainda vem a falta de segurança impedindo até as promoções das lojas.



Lama no vestido

Frustrar o gosto do comerciante que quer um layout agradável, é como enlamear uma noiva a caminho do casamento.



Muita lama!

Aliás, o Brasil gosta de lama principalmente no sentido figurado. Veja a história de Renan Calheiros. Cria de Sarney, ACM e protegido do governo do PT.



Navalha cega

A Justiça, muito gentil, vai liberando todos os envolvidos nas denúncias da Operação Navalha.



Navalha afiada


O advogado e jornalista Nonato Cruz disse a uma rede de televisão, ontem, que deixou o governo do Estado, pedindo exoneração. Ele ocupava um cargo de confiança desde 2004 no governo do Estado e aparece em uma gravação telefônica conversando com Rodolpho Veras, filho de Zuleido Veras, dono da Gautama.



Destituição

O presidente da OAB/Londrina, Wilson Sokolowski, destituiu no início do mês os 11 membros da Comissão Interna de Meio Ambiente. A notificação, via ofício, não indicou as razões da medida. A destituição causou perplexidade porque os conselheiros sequer foram ouvidos, ou seja, tiveram negado aquilo que é mais caro aos advogados: o direito à defesa.


Antecedentes

Nos últimos meses, dois atos de membros da Comissão de Meio Ambiente parecem ter incomodado a cúpula da OAB local: a entrevista concedida à FOLHA por um advogado, defendendo a devolução de terreno doado pela prefeitura à OAB; e o plantio de árvores na praça do Jardim Alcântara - terreno que a prefeitura quer usar para pagar a desapropriação de outra área na Avenida Ayrton Senna.


Silêncio

Procurados pela FOLHA, os membros destituídos da comissão preferiram não se manifestar. ''Vamos tentar contornar isso administrativamente.'' Caso não obtenham sucesso, os advogados prometem recorrer às OABs estadual e federal. O presidente da OAB/Londrina disse que se trata de um assunto ''particular''.



Porto

As cargas de soja convencional e transgênica não poderão ser mais colocadas no mesmo porão dos navios no Porto de Paranaguá. O Sindicato dos Operadores Portuários (Sindop) e o Sindicato das Agências de Navegação Marítima (Sindapar) tinham conseguido uma liminar na Justiça que permitia que os dois tipos de soja fossem carregados no mesmo navio. Ontem, a desembargadora Marga Inge Barth Tessler, do Tribunal Regional Federal da 4 Região (TRF4), em Porto Alegre (RS), suspendeu os efeitos desta liminar.



Tiro na perna

O vereador de Campo Largo (Região Metropolitana de Curitiba) Said Matar, conhecido como Neno, levou um tiro na perna, na noite de anteontem, dentro de um estabelecimento comercial, durante um assalto. Neno foi encaminhado ao Hospital Evangélico, em Curitiba, e passa bem. Não há registro da ocorrência na Delegacia de Campo Largo.


Bandeira branca

Em audiência com o juiz, ontem, o ex-deputado e atual integrante do Movimento dos Usuários de Rodovias do Brasil (MURB), Acir Mezadri, e o presidente regional da Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR), João Chiminazzo Neto, concordaram em agir com respeito mútuo.


Audiência espinhosa

No ano passado, durante uma audiência pública sobre praças de pedágio, os dois se estressaram e houve uma confusão.


Às moscas

Não houve quórum para votação ontem no plenário da Assembléia Legislativa do Paraná. E a pauta não trazia nenhum tema polêmico.



Perguntinha

O escritório de Lerner era o único com notória especialização?

Equipe da Folha
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