INFORME FOLHA
É o salto alto?
Que descuido do poder público, que nada. O grande vilão das vítimas dos constantes buracos no Calçadão da Avenida Paraná, em Londrina, é o momento fashion do salto alto. A constatação foi feita ontem pelo prefeito Nedson Micheleti (PT), no retorno das férias de 20 dias. Voltou esse período de salto, né? Como que me andam de salto ali?, impressionou-se.
Catarata
Ironias de lado, Nedson disse que o problema é o piso de petit pavet que, defende ele, deve ser trocado pelo paver. O piso é o mesmo usado na revitalização da Praça Floriano Peixoto. No começo de fevereiro, queremos ter uma proposta pronta para adequar o Calçadão ao paver. Mas pode se preparar: vai ser um debate, antevê o prefeito, que considera o petit pavet inadequado para a terra vermelha.
Poliana
Questionado na conversa com os repórteres, em seu gabinete, sobre as críticas da população a problemas como os pombos, mato alto nas vias públicas, sujeira e aumento de camelôs no Centro, o prefeito denota que nada o abala. Cada vez que viajo, mais acho que a cidade está muito boa.
Acil e os camelódromos
Em nota enviada ontem à FOLHA, o presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), Rubens Benedito Augusto, contesta comentários feitos no Informe Folha no último sábado sobre a questão dos camelódromos na cidade. Segundo Augusto, a Acil vem lutando contra a proliferação dos camelódromos há pelo menos dois anos, quando a prática do comércio ilegal começou a extrapolar os limites do camelódromo das ruas Sergipe e Mato Grosso.
Rigor na fiscalização
A Acil, ainda segundo seu presidente, vem tratando do assunto permanentemente e buscando um posicionamento mais coerente do Município e discutindo com órgãos fiscalizadores e entidades ligadas às empresas nacionais e estrangeiras que têm suas marcas pirateadas ou falsificadas. A entidade, prossegue Rubens Augusto, também tem mantido contato com as polícias Militar, Civil e Federal, assim como o Ministério Público, além da Receita Federal, Receita Estadual e órgãos municipais de fiscalização.
Stress total
A Assembléia Legislativa do Paraná reabriu o plenário ontem para a sessão extraordinária. Lamentável que tenha sido para o bate-boca entre parlamentares. Mais lamentável ainda que a discussão tenha sido os R$ 19 mil de salário para 15 dias de trabalho. E olha que a TV Assembléia ainda nem foi inaugurada. O que os eleitores vão achar desse tipo de comportamento ao vivo e em cores?
ONGduto
O novo presidente do Tribunal de Contas (TC) do Paraná, conselheiro Nestor Baptista, encomendou para a área técnica do tribunal um levatamento de quanto o Estado já repassou para Organizações Não Governamentais (ONGs) e organizações da sociedade civil de interesse público, as chamadas Oscips. Baptista promete ainda cobrar do governo estadual um cadastro completo com o perfil dessas entidades.
Reunião da executiva
O presidente do PPS no Paraná, o ex-deputado Rubens Bueno, viajou ontem para Brasília. Hoje ele participa de uma reunião da executiva nacional para discutir os rumos do partido para este ano, em todo o Brasil. Os esforços estão concentrados nas eleições de 2008.
Candidaturas
A executiva do PPS no Paraná já definiu que terá candidatos próprios na disputa pela prefeitura da capital, nos municípios da Região Metropolitana de Curitiba e em todas 81 cidades do interior com mais de 15 mil eleitores, que somam 72% do eleitorado paranaense, pelos cálculos do partido.
Novos fóruns
O desembargador Clotário de Macedo Portugal Neto, presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná, inaugura esta semana três Fóruns Eleitorais no interior do Estado. Hoje será inaugurado o de Cianorte, que tem 350 metros quadrados e custou R$ 437 mil. Amanhã, o fórum em Arapongas. A obra possui uma área de 370m2 e custou 467 mil reais. E, na quinta-feira, em Jacarezinho, será inaugurado o fórum local com área de 370m2 e 430 mil reais de custo. Segundo o TRE, no preço estão incluídos no valor do custo móveis, equipamentos e rede de informática.
CNT
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná lamentou ontem o fim da programação local da CNT, com a demissão de seis jornalistas que faziam parte do grupo de 25 funcionários que foi demitido semana passada, em Curitiba, pela Companhia Brasileira de Televisão (CBTV), comandada pelo empresário Nelson Tanure. O empresário arrendou a Central Nacional de Televisão (CNT), pertencente a família Martinez, no segundo semestre do ano passado.
Perguntinha
Deixa o homem se preocupar com a eleição da Câmara?
Equipe da Folha
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