Fogo cruzado


O prefeito de Londrina, Nedson Micheleti (PT), é o entrevistado de hoje do programa Entrevista Coletiva, da TV Tarobá, de Cascavel. A entrevista ao vivo será transmitida das 22h às 23h. Participam do programa Cacau Negreiros, o editor de jornalismo da Tarobá Cascavel, Marcos Giraldi, o repórter da Tarobá Londrina, Ricardo Vilches, e a repórter da Folha, Cristiane Oya. O deputado federal Roberto Jefferson (PTB), autor das denúncias do mensalão, será o entrevistado da próxima sexta-feira.


Marketing


Em tempos de mensalão, é melhor se garantir. Uma das chapas que disputa o comando do diretório do PT em Londrina caprichou no marketing. Foi batizada de ''Lado do Bem''.


A dor da traição


''No atual momento político do País, tem gente que sofre a dor-de-cotovelo, não por abandono de algum amor, mas provavelmente por se sentir traído por seus colegas de partido ou de aliança política.'' Do deputado federal Florisvaldo Fier (PT), o doutor Rosinha.


Sacola com pedra


A tática que está sendo usada para assaltar motoristas na Avenida das Torres, em Curitiba: sacolas com pedras jogadas na rua obrigam os motoristas a parar. É aí que os assaltantes entram em ação. Entre arrebentar o carro e parar, muita gente pára...


Filiações


O PPS está promovendo uma série de filiações pelo Interior. Enquanto isso, a direção dos dois partidos trocam farpas diariamente. Tudo começou porque os peemedebistas conseguiram filiar um monte de lideranças do PPS.


Solo


E por falar em PPS, o Partido Verde (PV) diz que não vai coligar com ninguém, ''muito menos com o PPS''. O partido afirma que sofreu ''amarga experiência'' na última eleição estadual. Foi à Justiça, alegando que o PPS monopolizava todo o tempo de televisão. O PV explica que tem um programa diferenciado e nenhum outro partido está disposto a defendê-lo.


Outra


A Câmara de Vereadores de Curitiba tenta mais uma vez impedir a população de criar teia de aranha nas filas de banco. Desta vez, projeto do vereador Luizão Stellfeld (PCdoB) quer obrigar a colocação de ''pessoal suficiente no setor de caixas'' para que o atendimento aconteça em ''tempo razoável''.


Cronômetro


Conforme o texto, as agências bancárias serão obrigadas a afixar, em local visível, uma cópia da lei em questão, com o número de telefone do órgão municipal responsável para eventuais queixas e reclamações. Para que ninguém perca a noção do tempo, o projeto prevê a instalação de um relógio, ao lado da cópia da lei, para acompanhamento do tempo de espera. Faltou só determinar que os bancos ofereçam gibis ou joguinhos para os clientes.


Já existe


Está em vigor há anos em Curitiba uma lei do então vereador Tadeu Veneri (PT), hoje deputado estadual, fixando em 30 minutos o tempo máximo de espera dentro de uma agência. A prefeitura, porém, não fez muito esforço para fazer valer a lei. Quem mais fica de olho no descumprimento é o Procon.


Adiada


Uma reunião no Ministério Público do Trabalho, hoje à tarde, adiou por 24 horas o início da greve dos trabalhadores nas penitenciárias e casas de custódia no Estado. Eles cruzariam os braços de maneira temporária e pacífica a partir de zero hora deste dia 22, mas resolveram esperar a reunião.


Último caso


A categoria, representada pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Administradoras de Casas de Custódia e Penitenciárias no Paraná (Sitepec), decidiu a paralisação como ''último recurso''. A categoria alega que amarga três anos de salários congelados e condições de trabalho incompatíveis com a atividade.


''Sinistra figura''


Na opinião do presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Roberto Busato, o habeas corpus preventivo concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares ''foi uma resposta dentro do ordenamento jurídico do País''. ''O ministro (Nelson Jobim) respondeu com diligência e dentro do ordenamento jurídico ao deferir o habeas corpus, a despeito da garantia ter sido em relação a essa sinistra figura'', disse Busato, referindo-se a Delúbio.


Culatra


Busato observou que ninguém pode ser forçado a produzir provas contra si. Porém, na visão dele, a medida garantindo a Delúbio Soares o direito de não responder a perguntas na CPI (assim como ocorreu com o publicitário Marcos Valério e o ex-secretário-geral do PT Sílvio Pereira) acabou funcionando, para eles, como ''um tiro que saiu pela culatra''. O presidente da OAB avalia que a recusa sistemática em dar respostas ou esclarecimentos sobre as denúncias de mensalão, ''causou uma má impressão tão grande'' que se eles tivessem ido à CPI sujeitos a serem presos, mas falassem a verdade, ''não estariam piores do que estão hoje''.


Correção


Ao contrário do que a coluna publicou no último dia 20, o professor Eugênio E. Zaninelli não é da UEL, e sim da Prefeitura de Londrina. A informação é do professor Eloi Zamberlan, diretor do Centro de Educação Física da UEL.


Perguntinha


Dá para confiar na Mega Sena?

Maria Duarte e equipe
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