Ambulantes motorizados
Agora os vereadores têm até o dia 10 de abril para apresentarem emendas no projeto de lei que prevê alterações no Código de Posturas do Município e estabelece que a CMTU (Companhia de Trânsito e Urbanização) delimite e demarque os espaços utilizados por veículos de vendedores ambulantes devidamente registrados. O projeto é de autoria do vereador Roberto Fu (PDT). A justificativa é que estes profissionais têm encontrado outros veículos estacionados nos respectivos pontos, como na rua da Canoagem, zona sul de Londrina, onde 14 ambulantes têm permissão para comercializarem água de côco e outros alimentos.

Parecer favorável
O vereador Roberto Fu justificou: "Isso é um pedido destes ambulantes de muitos anos. Muitas vezes eles têm que ficar duas, três horas esperando que o veículo se retire porque não tem a demarcação. Aquele ponto é dele, tem lá o poste de luz, ele paga por aquilo". O projeto de lei recebeu parecer favorável na Comissão de Justiça, onde o substitutivo nº 1 que estabelece multas de R$130 para quem estacionar nestas vagas.

Sobre o autismo
Lembrado no dia 4 de abril, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) vai ser tema de uma audiência pública em 11 de abril no auditório legislativo da Assembleia Legislativa. No encontro, marcado para as 10h30, serão debatidos desafios e perspectivas do transtorno. A audiência foi convocada pelo deputado estadual Ney Leprevost (PSD), líder da Frente Estadual da Saúde e Cidadania na AL.

Desforra de Janot
O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que deixou o cargo em setembro do ano passado após quatro anos de mandato e duas denúncias apresentadas contra o presidente Michel Temer, usou o Twitter na manhã desta quinta-feira, 29, para comentar a operação que prendeu, entre outros investigados, o advogado, amigo pessoal e ex-assessor do presidente, José Yunes. Ao citar uma notícia relatando a operação, Janot perguntou: "Começou?" Em seguida, respondeu: "Acho que sim."

É que...
Ao longo do ano passado, Janot denunciou Temer em duas oportunidades com base na delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista e demais executivos da J&F. Ambas foram barradas pelos parlamentares que dão sustentação ao governo de Temer na Câmara dos Deputados, que impediram a continuidade das investigações até que Temer deixe o cargo, em janeiro de 2019. Na manhã desta quinta, Janot ainda declarou na rede social que para combater a corrupção é preciso "coragem, inflexibilidade e muita resiliência". Além do inquérito relacionado ao decreto dos portos, a atual procuradora-geral, Raquel Dodge, solicitou ao Supremo Tribunal Federal neste ano que o presidente fosse incluído em outro inquérito - o que investiga pagamento de propina por parte da Odebrecht acertado dentro do Palácio do Jaburu, residência oficial de Temer, em maio de 2014.

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