Terrenos à venda

Crítico da proposta da gestão Marcelo Belinati (PP) em colocar à venda 16 áreas públicas avaliadas em R$ 30 milhões para investimento prioritário em asfalto, o vereador Vilson Bittencourt (PSB) usou o expediente na Câmara Municipal de Londrina para comparar o projeto com o defendido pela Prefeitura de Cambé. Para dar exemplo, o vereador mostrou matéria publicada pela Folha de Londrina na quarta-feira (10) que informa que a cidade vizinha pretende vender 14 imóveis públicos para potencializar atração de indústrias. “O Conrado Scheler, vice-prefeito de Cambé, disse que a ideia é promover desenvolvimento a longo prazo e não beneficiar a atual gestão. Ele está dando um tapa na cara de Londrina. Isso é fazer política pública: vender terreno para gerar emprego, renda e não para o ano que vem” disse.

Contraponto

Em entrevista aos jornalistas que cobrem a Câmara Municipal, o líder do prefeito na Casa, Jairo Tamura (PL), argumentou que a finalidade de uma futura venda dos terrenos, caso o projeto tenha o aval da maioria, ainda será amplamente debatida. “Ainda estamos na fase de fazer alguns indicativos, fazendo uma construção mais clara dentro das comissões da finalidade desses recursos.” A estimativa do Executivo londrinense é arrecadar cerca de R$ 30 milhões no projeto que já passou pela análise técnica da Comissão de Justiça em votação apertada. “Vale lembrar que são terrenos ociosos, nos vazios urbanos que não estão sendo aproveitados e nem há interesse das secretarias para aproveitamento para fins públicos”, defendeu Tamura.

Assembleia homenageia Inesco

O deputado estadual Michele Caputo (PSDB) representou a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) nessa quinta-feira (11) durante a abertura da 5ª Mostra Paranaense de Pesquisas em Saúde, realizada em Londrina. Na solenidade, Caputo entregou uma homenagem em nome da Alep ao Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (Inesco), em alusão aos serviços prestados pela entidade no incentivo à inovação na área da Saúde. "O Inesco é um patrimônio do nosso Estado e merece toda a nossa reverência. Graças a mostras como esta experiências exitosas de diversas cidades estão sendo compartilhadas e replicadas em diversos municípios do Paraná”, enfatiza o deputado, que já foi secretário Estadual da Saúde.

31 anos de atuação

Criado em Londrina em 1988, como então Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva, o agora Instituto de Estudos em Saúde Coletiva vem desenvolvendo diversas atividades para valorização e qualificação dos profissionais de saúde pública, tanto em nível local, estadual e nacional. Uma de suas principais funções é o estímulo à produção científica da Saúde com a publicação de revistas e livros especializados.

Sintonia com a prefeitura

Os vereadores de Maringá aproveitaram a última sessão antes do recesso de julho, realizada na quinta-feira (11), para aprovar projetos de lei de interesse da prefeitura. Um deles transforma lotes de imóveis espalhados pelo município em Zona Especial para Habitação de Interesse Social (Zeis). Também foram aprovadas as matérias que autorizam empréstimo da prefeitura para construção e reforma de centros comunitários, praças, UBSs, rodoviária e o Cine Teatro Plaza. Dez vereadores da Casa ainda votaram favoráveis aos projetos que preveem empréstimo de R$ 42,2 milhões em financiamento da Caixa Econômica Federal por parte da prefeitura maringaense. Quatro vereadores foram contrários. A próxima sessão ordinária está marcada para 1º de agosto.

Confiança nas Forças Armadas

As Forças Armadas se mantêm como a instituição em que a população brasileira mais confia, e os partidos políticos seguem como o alvo da maior desconfiança, aponta o Datafolha. Questionados sobre o grau de confiança nas Forças Armadas, 42% dos entrevistados responderam que confiam muito nos militares, 38% que confiam um pouco e 19%, que não confiam. O resultado desta pesquisa pouco difere daquele apresentado na sondagem de abril deste ano, quando 45% diziam confiar muito, 35% um pouco e 18% não confiavam.

Desconfiança nos partidos

Enquanto isso, a desconfiança nos partidos políticos oscilou quatro pontos para cima, indo de 54% em abril para 58% agora. Apenas 4% dos entrevistados dizem confiar muito nas siglas, e 36%, um pouco. Há três meses esses índices foram de 5% e 39%, respectivamente. A Presidência da República continua sendo a segunda instituição em que a população mais confia, com 28% dos entrevistados afirmando que confiam muito, e 40%, que confiam um pouco. Não confiam 31%. Os números de julho apenas oscilaram em relação aos de abril, quando 29% confiavam muito, 41% um pouco e 29% não confiavam. A desconfiança no Congresso Nacional, isto é, nos deputados e senadores, também oscilou quatro pontos para cima em julho e chegou a 45%. Os que dizem confiar muito no Legislativo federal são 7%, e os que confiam um pouco, 46%, ante 8% e 49% em abril.

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