INFORME FOLHA - Clã Barros em isolamento pela Covid-19
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quinta-feira, 30 de abril de 2020
EQUIPE DA FOLHA 
Clã Barros em isolamento pela Covid-19
A ex-governadora do Paraná, Cida Borghetti, a filha e deputada estadual Maria Victoria (PP), o marido da parlamentar, o advogado Diego Campos, e a filha de um ano do casal testaram positivo para Covid-19. Em nota, a assessoria da ex-governadora informou que Cida, a deputada e os demais membros da família não apresentam sintomas da doença e cumprem o isolamento em Curitiba. O ex-ministro da Saúde e deputado federal Ricardo Barros, também infectado, recebeu o resultado positivo no último sábado (25). Barros, marido de Cida, participou de eventos na manhã de sexta-feira em Maringá e sentiu desconforto respiratório durante a noite quando procurou a Santa Casa de Maringá. Ele recebeu alta no domingo. Já o governador Ratinho Junior (PSD) e o chefe da Casa Civil, Gusto Silva (PSD), que participaram de evento com Ricardo Barros, testaram negativo para o coronavírus.
Vereadores de Curitiba reduzem salários em 50%
Em sessão remota nessa quarta-feira (29), a maioria dos vereadores de Curitiba aprovou a sugestão de desconto em folha de 50% do valor dos subsídios recebidos pelos 38 parlamentares pelos próximos três meses como forma de contribuição neste período de pandemia do novo coronavírus. O requerimento, apresentado pela Professora Josete (PT), prevê o repasse deste valor ao Fundo de Abastecimento Alimentar de Curitiba (FAAC), como forma de contribuição para a população de baixa renda. Como trata de uma sugestão administrativa, cabe à Comissão Executiva da Casa tomar providências em relação à forma como serão feitos os descontos e o repasse ao FAAC. Atualmente, cada vereador curitibana recebe o salário de R$ 15.156,70.
Polarização acentuada
A mais recente pesquisa do Datafolha sobre o governo Jair Bolsonaro mostra um aumento na polarização do país, com a queda na taxa de quem acha o trabalho do presidente regular. Neste contingente, que soma 26% da população, ante 32% em levantamento feito no começo de dezembro, o apoio à abertura de um processo de impeachment e à renúncia do presidente tem peso semelhante: 39% e 38%, respectivamente. No caso do impeachment, há um empate dentro da margem de erro de três pontos percentuais com o índice dos que defendem a abertura na população em geral: 45%. Já a defesa da renúncia tem uma distância maior, fora da margem: no total, 46% acham que o presidente deveria sair voluntariamente do cargo.


