A FOLHA entrou em contato com o advogado de defesa do ex-procurador Fidélis Canguçu, e da sua esposa Joelma Aparecida da Silva, Fernando Henrique Oliveira, porém, o advogado disse que precisa primeiro ter acesso ao teor do relatório, apresentado no inquérito, para dar mais informações.
Já o advogado do ex-conselheiro de saúde Marcos Ratto, Petrônio Cardoso, disse que a defesa recebeu com naturalidade o indiciamento do seu cliente. ''Vamos aguardar a segunda fase, em que o Ministério Público deve oferecer a denúncia. Porém, o indiciamento não implica que obrigatoriamente o MP oferecerá.''
O advogado do Instituto Gálatas, André Cunha, disse que já esperava o indiciamento de seus clientes. ''Eles colaboraram com a investigação e, portanto, admitiram participação. Agora, esperamos que paguem pelo que fizeram de errado, mas nos limites da lei.''
Vinícius Borba, que defende os denunciados ligados ao Instituto Atlântico, também não se surpreendeu. ''Nada tenho a comentar. Vou aguardar a ação penal.''
O advogado que trabalha na defesa do outro ex-conselheiro, Joel Tadeu Correa, Vinicius Matsumoto, não foi encontrado.
Seis acusados permanecem presos. Além de Canguçu e Correa, estão detidos Flávio e Antonio Carlos Martins, Juan Monastério Mattos Dias, e Alessandro Magno Martins.

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