Curitiba – Dos 54 deputados estaduais, apenas três não tentarão a reeleição. Dois vão disputar uma vaga na Câmara Federal – o petista Irineu Colombo e Hidekazu Takayama (PTB) –, enquanto Tony Garcia (PPB) cobiça o Senado.
Uma estimativa extra-oficial dá conta que cerca de 15 deputados não conseguirão se reeleger, o que representaria um índice de renovação próximo a 30%. Além dos atuais deputados, vereadores e lideranças da Capital e do Interior vão disputar as 54 vagas.
A campanha para deputado estadual é mais modesta financeiramente. Estima-se nos bastidores que fique entre R$ 500 mil e R$ 700 mil. A votação necessária para que um deputado consiga voltar à Assembléia deve ficar em torno de 40 mil votos.
De acordo com cálculos de deputados ouvidos pela Folha, num possível chapão governista (PSDB, PFL, PPB e PSL), 30 mil votos seriam suficientes para eleger um deputado. Já o PMDB, se tiver candidato ao governo, elege representante com 28 mil votos. Sem nome ao Palácio Iguaçu, no entanto, seriam necessários mais de 40 mil votos para a sigla.
A provável aliança entre PDT e PTB também deve exigir cerca de 40 mil votos, o que vai exigir esforço dos candidatos para se reelegerem.
A corrida pelo Senado deve consumir cerca de R$ 4 milhões de cada candidato. Já a disputa para deputado federal exige gasto de R$ 1,5 milhão.
Os atuais deputados foram eleitos em 1998, para um mandato de quatro anos. O deputado estadual Ângelo Vanhoni (PT) foi visto como opção dentro do partido para disputar uma cadeira no Senado, mas ele prefere buscar a reeleição. Só três querem sair da Assembléia

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