Brasília As reuniões realizadas ontem pelo governo não foram suficientes até agora para superar completamente a paralisia na ação do Executivo provocada pela discussão da reforma ministerial. A agenda das reuniões foi centrada no debate sobre cenários políticos montados pelo chamado núcleo duro do poder a partir dos nomes colocados na mesa para a reforma. A discussão ''até avançou um pouco'', segundo uma fonte consultada pela Agência Estado, mas não o suficiente para eliminar o que tem sido a maior barreira: a indecisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O presidente ainda não conseguiu superar o sentimento de angústia com o qual tem convivido nos últimos dias por ter que demitir amigos. Nos meios políticos já são comuns as avaliações de que a reforma poderá ser pífia e que o critério adotado para a definição de novos ministros não é técnico-profissional, mas pessoal.

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