Inclusão de Arapongas na RML depende do Palácio Iguaçu
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
José Lazaro Jr.<br>Reportagem Local 
Curitiba - Com a aprovação dos deputados estaduais, a inserção de Arapongas na Região Metropolitana de Londrina (RML) depende só do governador Beto Richa (PSDB), que pode sancionar ou vetar a matéria. Desde 1998, quando a região metropolitana foi criada, já se falava da adesão de Arapongas a esse conjunto de cidades. "Não havia vontade política", relembra Waldyr Pugliesi (PMDB), ex-prefeito de Arapongas e autor do projeto de lei que inclui a cidade na RML.
"O município achava que se entrasse numa composição com outro maior ia se submeter aos interesses da principal cidade", explica Pugliesi, "mas Arapongas tem personalidade própria e não devia ter temido isso no passado". O político argumenta que a cidade é um polo industrial importante, no topo da produção moveleira do País. Ele destaca que com uma eventual sanção do governador os moradores poderão ter financiamento maior no programa "Minha Casa, Minha Vida", tarifas telefônicas mais baratas dentro da RML e participação nos consórcios de lixo e de saúde.
O deputado Tercílio Turini, do PPS de Londrina, também reivindica participação na aprovação da matéria na Assembleia Legislativa. "Eu fui atrás depois que um médico de Arapongas me explicou que a inserção da cidade na região metropolitana ia melhorar os repasses do SUS (Sistema Único de Saúde) para o município. Conversei com o Waldyr e trabalhamos juntos. Puxei o projeto na Comissão de Constituição e Justiça, relatei a matéria e fiz o pedido de urgência que trouxe o projeto para o plenário", comentou. Arapongas seria o 17º município da RML.


