Inativos ainda estão sob risco
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quinta-feira, 10 de dezembro de 1998
Liliana Lavoratti Agência Estado 
A área econômica do governo insistirá na cobrança da contribuição previdenciária dos servidores inativos da União. O secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Martus Tavares, disse ontem que várias alternativas estão em estudo para cobrir os R$ 2,6 bilhões em aberto nas receitas para 1999, mas o mais provável será a reedição da medida provisória dos inativos em fevereiro próximo.
A criação de uma contribuição para o funcionalismo público federal inativo foi derrubada na segunda-feira passada pela terceira vez no Congresso pelos próprios aliados. A reapresentação dela no início de 1999 foi defendida pelo ministro da Previdência Social, Waldeck Ornélas, e, agora, apoiada pela equipe econômica, apesar da resistência dos partidos de sustentação do governo.
Segundo Tavares, o governo possui uma antiga lista amarela de opções de aumento de tributos, mas ainda não está definido o caminho a ser seguido, que depende de um encaminhamento político.


