São Paulo - O Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo concluiu que o legista Celso Delmonte Printes teve morte natural. O laudo oficial deve ser divulgado hoje. O legista identificou sinais de tortura no corpo do prefeito Celso Daniel, executado em janeiro de 2002 após ter sido sequestrado , e reclamou ter sido censurado pelo comando da Polícia Civil de São Paulo. O legista foi a sétima testemunha ou réu envolvido no caso a morrer desde então. O delegado José Antônio do Nascimento deve encerrar em janeiro o inquérito sobre a morte de Delmonte, descartando a hipótese de assassinato, conforme apurou a reportagem.
O legista foi encontrado sem vida, caído no chão de seu escritório particular, na Vila Mariana, zona Sul de São Paulo, no dia 12 de outubro. A polícia suspeitava de suicídio.

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