Imagens e palavras sobre Aníbal Khury
Imagens e palavras sobre Aníbal Khury
Na lente dos fotógrafos, na boca dos críticos e dos admiradores o político fez história. Só não foi possível ignorá-lo
O QUE DISSERAM SOBRE ELE
É uma figura extraordinária que soube conduzir a política estadual com lealdade.
Jaime Canet Júnior, março de 1996
O apoio do Aníbal Khury me tornou governador.
Paulo Pimentel, março de 1996
É um grande político. Sabe tratar bem as pessoas. É trabalhador. E sempre me ajudou muito no governo.
Ney Braga, março de 1996
Tem gente que tem dele outra imagem, mas o Aníbal nunca me pediu nada ilegal ou imoral.
José Richa, março de 1996
Jamais recusa ajuda a quem está fora do poder.
João Elísio Ferraz de Campos, março de 1996
Escreva aí que eu não quis falar sobre o Aníbal Khury.
Alvaro Dias, março de 1996
Foi o meu inimigo exemplar: enquanto pôde e foi meu adversário. Fez tudo o que podia contra mim. Atrapalhou tudo. E foi meu aliado exemplar: nunca me pediu nada irregular, nem favores pessoais.
Roberto Requião, março de 1996
Ao contrário dos políticos em geral, Aníbal cumpre o que fala. É de uma lealdade absoluta.
Mário Pereira, março de 1996
É um mestre e um gestor do entendimento. Nele somam-se a experiência, a habilidade e a sabedoria política numa equação fundamental para a harmonia dos poderes.
Jaime Lerner, março de 1996
Nada acontece na Assembléia legislativa sem passar por ele. Não adianta tentar.
Deputado Florisvaldo Fier, o Dr. Rosinha, em março de 1996.
Ele nunca quis ocupar cargos executivos e, com isso, deu uma prova de falta de ambição e gosto pelo parlamento. É uma característica admirável.
Então ministro da Agricultura, José Eduardo Andrade Vieira, em março de 1996
Aníbal Khury não tem apenas a vocação, tem o vício da política.
Fábio Campana, março de 1996
Quando necessário, joga duro. Abandona as normas da cordialidade parlamentar e aplica as que a ignorância entende.
Fábio Campana, março de 1996
Prefere ouvir que falar. Só não gosta de perder.
Fábio Campana, março de 1996
Aníbal Khury é, queira ou não, com razão ou não, o rosto da política paranaense.
Fábio Campana, março de 1996
Aníbal é o poder. O resto é governo.
Jaime Canet Júnior, então governador do Estado
O método do Aníbal sempre foi do blefe, do empreguismo, da pressão. Isso agora não está mais dando certo e ele está inquieto. Aníbal perdeu o poder e não consegue sobreviver longe dos gabinetes do Palácio.
Declaração de um deputado estadual em maio de 1987, sobre a crise que Aníbal vivia com o então governador Alvaro Dias.
Aníbal é uma figura incrível. Ele manda a gente entrar, resolve tudo na hora e está tudo certo, sem demora, sem enrolação.
Senhora que procurou Aníbal para tratar de um problema da filha, em maio de 1987.





