Arquivo FolhaO deputado Luiz Carlos Hauly teve seu trabalho destacado pela VejaHauly tem avaliação positiva na Câmara
O deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB), 47 anos, tem 16,2% das intenções de voto em Londrina e aparece como o segundo nas consultas de opinião para a Câmara, de acordo com a Alvorada Pesquisas. Ele foi citado esta semana pela revista ‘‘Veja’’ como um dos ‘‘bons da Câmara’’. Outro paranaense lembrado foi o deputado federal Abelardo Lupion (PFL). A lista completa reúne 47 deputados.
Hauly foi citado pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) na consulta sobre os ‘‘Cabeças do Congresso’’, que reúne 100 deputados, e pela Arko Advice na pesquisa sobre a ‘‘Elite Parlamentar’’, que listou 103 nomes.
O Diap entende como ‘‘cabeças do Congresso’’, os parlamentares que se diferenciam pelos demais no exercício do debate, negociações, votações, articulações e formulações. Para a Arko, os requisitos são identificação de propostas legislativas de maior relevância na agenda do governo e da oposição, identificação dos parlamentares com alguma especialização relevante para debate e reconhecimento de importância dos parlamentares para seus pares.
Para Hauly, o fato de ser lembrado numa publicação desta, às vésperas das eleições, pode refletir na campanha. ‘‘Anima a gente e também a militância’’, diz o deputado, que está em seu segundo mandato e tenta o terceiro. Ele acredita ainda que a reportagem pode render votos. ‘‘Ajuda a formar opinião’’. O deputado atribui o fato de ter sido citado nas pesquisas à sua atuação nas comissões técnicas da Câmara - atua há sete anos na comissão de Finanças e Tributação, onde já foi presidente e atualmente é membro, além de seu envolvimento em grandes debates e no plenário. Ele acredita que o fato de ser vice-líder do governo no Congresso também pesou e, apesar da crise financeira no País, acredita que o Brasil tem chance de voltar a crescer no próximo ano.
Entre os projetos que ele apresentou nesta legislatura está o que prevê a compensação financeira para os Estados e municípios que implantaram seus próprios fundos de Previdência. ‘‘Só o Paraná ganhará mais de 1 bilhão de reais’’, calcula. Também foi relator da lei que isentou de impostos as máquinas e os equipamentos agrícolas e do projeto que prevê em cinco anos as mudanças do cálculo do Fundo de Participação dos Municípios.
(P.Z)

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