Guergoletto comemora trabalho do Legislativo
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sexta-feira, 20 de dezembro de 1996
Da Redação 
A quebra do monopólio do transporte coletivo urbano e a mudança do Serviço de Comunicações Telefônicas de Londrina (Sercomtel) - de autarquia para empresa de economia mista - foram duas decisões importantes da Câmara de Vereadores neste ano, conforme balanço feito pelo presidente do legislativo municipal, o vereador reeleito Célio Guergoletto.
Foram projetos polêmicos, lembrou ontem o presidente. Guergoletto disse que, apesar da quebra do monopólio ainda estar pendente na Justiça, vale destacar o papel dos vereadores na sua aprovação. Em relação ao Sercomtel, ele se referiu ao clima que a matéria provocou, de pressões e manifestações contrárias por parte de segmentos da sociedade.
Além desses dois projetos, o presidente da Câmara informou que a atual legislatura cumpriu todos os procedimentos necessários para a votação, em fevereiro de 97, do Plano Diretor de Londrina. O Plano Diretor só não foi votado este ano porque não foram concluídos os pareceres, explicou.
A Câmara, por outro lado, não deixou de realizar nenhuma sessão ordinária este ano, conforme Guergoletto. É que um projeto aprovado pelos vereadores estabeleceu a reposição das sessões ordinárias que incidirem sobre feriados, para o dia anterior ou posterior.
Conforme a assessoria de comunicação do Legislativo, o orçamento da Câmara para 96 era de R$ 6 milhões e 30 mil. Mas o valor foi corrigido em 9,03% por causa da inflação, passando para R$ 6 milhões e 574 mil. Até o dia 17, o legislativo havia gasto R$ 5.087.854,00 - R$ 1.055.602,00 com os vereadores, R$ 2.312.643,00 com funcionários efetivos e comissionados, R$ 755.609,00 com funcionários inativos e o restante com custos de manutenção.
A última sessão ordinária será realizada hoje. Até a sessão de segunda-feira 677 projetos de lei foram apreciados pelos vereadores - 470 no primeiro semestre e 207 no segundo semestre.


