Governo pode perder CPMF
Brasília - A menos que faça um acordo para votar a reforma tributária, o governo corre o risco de chegar em janeiro sem poder cobrar 0,38% sobre cada cheque emitido no país, a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), nem usar livremente 20% dos recursos do Orçamento vinculados a despesas como de saúde e educação. O governo corre contra o relógio. Ontem começou a contar o prazo de cinco sessões de discussão da proposta no plenário do Senado, que se encerra na quarta-feira, dia 5. Para antecipar esses prazos e evitar o recesso do Congresso, no dia 15, o governo negocia um acordo com a oposição, mas as conversas não saíram do lugar.





