Governo Lula tem maior aprovação desde 2003
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quinta-feira, 27 de março de 2008
Gabriela Guerreiro<br>Folhapress 
Brasília - O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou a melhor avaliação positiva em março deste ano desde que o petista assumiu a Presidência da República em 2003, segundo a pesquisa CNI/Ibope divulgada ontem. No total, 58% dos entrevistados avaliaram o governo federal como ''ótimo ou bom'', 30% como ''regular'', 11% como ''ruim ou péssimo'' enquanto 1% não opinou. Em dezembro de 2007, na edição anterior da pesquisa, a avaliação positiva do governo foi de 51%.
A confiança no presidente Lula também atingiu o melhor índice desde dezembro de 2006. No total, 68% dos entrevistados aprovam a maneira do presidente governar o país, contra o índice de 60% registrado em março dezembro.
Já aprovação ao governo Lula registrou o segundo melhor índice histórico, com apoio de 73% dos entrevistados. Em março de 2003, o índice chegou a 75%. Desta vez, apenas 22% desaprovaram o governo e 4% não responderam.
A pesquisa CNI/Ibope ouviu 2002 pessoas entre os dias 19 e 23 de março, em 141 municípios brasileiros. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais (para mais ou menos).
O diretor de relações institucionais da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Marco Antônio Guarita, disse que o bom desempenho da economia brasileira provocou impactos positivos em todos os índices do governo federal analisados pela pesquisa. ''Não há razão que prevalece sobre as outras para explicar o índice a não ser o bom desempenho da economia que está impactando no conjunto de indicadores da pesquisa. Em todas as políticas setoriais tivemos melhorias nos indicadores'', afirmou.
Segundo a CNI/Ibope, as avaliações positivas ao Executivo também se refletiram no segundo mandato de Lula. Dos entrevistados, 42% avaliam que o atual mandato do presidente é melhor que o primeiro, contra 35% registrado em dezembro. O percentual dos que consideram o segundo mandato pior que o primeiro caiu de 21% em dezembro para 16%.


