Governador pede muita atenção nos precatórios
Curitiba Requião orientou sua equipe econômica a dar atenção especial aos precatórios. De acordo com o Iguaçu, quando Requião deixou o governo em 1994, a dívida com os títulos havia sido zerada. Seu antecessor Alvaro Dias (PDT), não teria pago precatórios, que teriam sido quitados pelo peemedebista. Com Mário Pereira, vice que ocupou o cargo de abril a dezembro de 1994, a dívida com os precatórios ficou em R$ 71 milhões. O valor foi herdado por Jaime Lerner (PFL).
Levantamento inicial indica que a gestão Lerner liquidou parte das contas. Mas o valor nos últimos oito anos subiu para R$ 7,1 bilhões. O que não significa que toda a dívida se deve a precatórios emitidos só em sua administração. O Palácio estima que parte das pendências existe há cerca de 20 anos, com a Construtora C.R. Almeida. A cifra de precatórios cíveis não-alimentares, na qual está incluída a dívida com a empresa, foi parcelada em 10 anos, por força da Emenda Constitucional nº 30. A assessoria de Comunicação diz que o governo atual iniciou a administração com duas parcelas vencidas, uma em 31 de dezembro de 2001 e outra em 31 de dezembro de 2002. (M.D.)





