Curitiba – O lançamento do ex-secretário estadual de Fazenda Giovani Gionédis ao governo foi marcado por intensas articulações com o PMDB de Roberto Requião. Porém, as conversas não avançaram e Gionédis deu como encerrada a negociação na manhã de ontem. ‘‘Ficamos até meia-noite de sexta-feira conversando, mas o PMDB não conseguiu fechar. Não posso deixar de lado um ano de trabalho, estruturando o PSC.’’
A união dos dois partidos enfrentava muitos entraves. Requião foi um dos mais ácidos críticos da privatização do Banestado, comandada por Gionédis, quando o mesmo ainda integrava a equipe do governador Jaime Lerner (PFL). ‘‘Isso não era problema. Fui favorável à venda do Banestado, porque o banco estava falido. Mas contra a privatização da Copel porque a mesma é rentável ao Paranᒒ, argumentou Gionédis.
A vaga de vice de Gionédis ficou com o ex-vereador de Curitiba Julio Ando, do PST, partido coligado. A vaga ao Senado com a vereadora Nely Almeida, do PSC. A ata da convenção do PSC ficou em aberta e deve ser fechada somente hoje. Gionédis passaria a tarde de ontem tentando atrair outros três partidos menores para integrarem uma mesma aliança e fecharem a chapa proporcional. (Com Leandro Donatti)

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