Funcionários da Sercomtel promovem culto ecumênico
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quarta-feira, 22 de março de 2006
Cristiane Oya<br> Reportagem Local 
Funcionários da Sercomtel participaram ontem, de um culto ecumênico realizado nas escadarias da empresa, na rua João Cândido (centro). O culto faz parte da mobilização da categoria contra a tramitação do projeto na Câmara de Vereadores que prevê a revogação da obrigatoriedade de realização de um plebiscito em caso de venda de ações da telefônica.
''Esse culto é para dar uma força aos funcionários, para que se mantenham unidos, para que tenhamos disposição para prosseguirmos na luta'', disse o diretor do Sindicato dos Empregados em Empresas de Telecomunicações (Sinttel), João Henrique Schmidt.
Para o culto foram convidados o pastor evangélico João Glória e o coordenador de Pastoral da Arquidiocese de Londrina, padre Amélio da Rocha. ''Chegou o momento de defendermos o que é nosso, não o interesse de meia dúzia de pessoas'', argumentou padre Amélio aos cerca de 50 funcionários da Sercomtel que acompanhavam a mobilização.
Schmidt ainda adiantou o teor do documento que deve ser protocolado hoje na Câmara. No ofício endereçado ao presidente da Casa, Orlando Bonilha (PL), a comissão de funcionários da empresa formada especialmente para acompanhar a tramitação do projeto, rejeita a proposta de substitutivo feita por cinco vereadores que assinam o projeto de revogação da lei do plebiscito. O substitutivo previa a revogação também da lei que autorizou a venda de 45% das ações da Sercomtel, em 1998. ''O correto é continuarmos com a lei do plebiscito, em que o povo pode opinar'', disse.


