Maringá A Prefeitura de Maringá informou ontem que abriu um processo administrativo e solicitou um inquérito policial por peculato e falsificação de assinatura contra um servidor da Secretaria de Cultura acusado de desviar cerca de R$ 22 mil. Os desvios ocorreram em 2001, mas só foram descobertos em recente auditoria realizada pelo município. O servidor M.B. pediu licença quando percebeu o trabalho dos auditores, segundo a prefeitura. É o segundo caso de corrupção localizado na atual administração.
Segundo a prefeitura, o servidor desviava dinheiro das locações do Teatro Calil Haddad e das taxas de matrículas dos cursos oferecidos pelo Centro de Ação Cultural. M.B. endossava o cheque por meio da falsificação da assinatura do diretor da secretaria e fazia os depósitos na própria conta corrente. Ele também é acusado de sumir com documentos do departamento.
M.B. é cunhado de Jorge Aparecido Sossai, servidor exonerado da prefeitura que responde junto com o ex-secretário de Fazenda, Luiz Antônio Paolicchi a uma série de ações do esquema de corrupção descoberto na gestão passada.
Outro caso envolvendo desvio de dinheiro público foi descoberto no final de outubro do ano passado. Um funcionário com 17 anos de carreira desviou R$ 25 mil por meio de um esquema que consistia no lançamento de pagamento para servidores exonerados. M.B não foi localizado pela Folha. Segundo o chefe de gabinete, Reginaldo Dias, o servidor pediu licença e não deixou os novos números de telefone para contato.

mockup