Brasília - Mais de 300 organizações sociais, comunitárias, sindicais, cooperativas de jovens, de mulheres e de afro-descendentes da Venezuela se articularam para organizar o 6º Fórum Social Mundial (FSM), em Caracas. Pedro Vargas, um dos integrantes do Comitê Organizador do FSM, afirma que a sociedade civil venezuelana tem força suficiente para garantir a autonomia do encontro. E descarta qualquer possibilidade de que o encontro tenha interferência do governo local.
Segundo ele, há uma relação de respeito entre sociedade civil e o presidente Hugo Chávez. Prova disso seria o apoio logístico do governo à realização do encontro. ''Sem isso não há fórum. Muito da infra-estrutura da área do território é do Estado venezuelano'', afirma Vargas.
Desta vez, o principal encontro da sociedade civil para discutir a luta pela democratização da política e da economia, acontece, entre terça e domingo em Caracas.

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