Frases
- DEMOCRACIA X REGIME MILITAR
‘‘Tancredo Never (nunca).’’ Em outubro de 1978.
‘‘Não queriam democracia? Pois tomem democracia!’’ Em 1 de dezembro de 1993, em ‘‘O Globo’’, sobre as denúncias contra parlamentares recolhidas pela CPI do Orçamento.
‘‘A grande falha da revolução foi terem me escolhido presidente da República. Eu fiz essa abertura aí, pensei que fosse dar numa democracia, e deu num troço que não sei bem o que é. Falaram em ditadura, agora eu pergunto: qual a ditadura maior, a minha ou essa ditadura econômica que está aí? Pergunte ao povo.’’ Em 1ºde abril de 1987, no ‘‘Jornal do Brasil’’, durante comemoração do 23º aniversário do movimento militar de 64, no Rio.
‘‘Por que não dão as diretas já que tanto prometeram? Não é o que o povo quer? Como cidadão, eu também quero as diretas já.’’ Em 16 de novembro de 1986, na ‘‘Folha de S.Paulo’’. Figueiredo completava, em 15 de novembro, um ano fora do governo.
‘‘Infeliz do país que diz não a seus generais, que diz não aos golpes.’’ Em 26 de fevereiro de 1988, na ‘‘Folha de S.Paulo’’.
‘‘Os políticos não estão preparados para dirigir o País.’’ Em 14 de julho de 1987, na ‘‘Folha de S.Paulo’’.
‘‘O povo brasileiro não merece os políticos que tem.’’ Em 4 de agosto de 1984, em ‘‘O Globo’’.
‘‘Se Ulysses (Guimarães) acha que os militares da Junta são três patetas, ele não passa de um tripateta.’’ Em 11 de março de 1988, em ‘‘O Estado de S. Paulo’’, sobre comentário feito pelo então presidente da Câmara sobre os três ministros militares que formaram a Junta Militar, em 1969, e comandaram o País no período entre o afastamento do então presidente Costa e Silva e a posse de Médici.
‘‘Se houvesse uma forma de se medir o mau-caratismo, o Antonio Carlos seria a unidade padrão.’’ Em 2 de julho de 1988, na ‘‘Folha de S.Paulo’’, sobre Antonio Carlos Magalhães, à época ministro das Comunicações do governo José Sarney.
‘‘Não cabe a mim fazer avaliação. Cabe a mim achar graça.’’ Em 1ºde junho de 1995, na ‘‘Folha de S.Paulo’’, sobre a greve de 31 dias dos petroleiros realizada naquele ano e que fez o governo usar o Exército para garantir a produção de combustíveis.
- VIDA PÚBLICA
‘‘Estou convencido de que fui uma besta, sabe? Aquilo era uma quadrilha. Tem o Ali Babá e os 40 ladrões e, aqui, o Ali Babá e os 140 milhões.’’ Em 13 de abril de 1993, em ‘‘O Globo’’, sobre o período em que comandou o País.
‘‘Me empurraram à política. Logo que abriram uma porta eu saí.’’ Em 11 de agosto de 1993, na ‘‘Folha de S.Paulo’’.
‘‘Não sou louco nem burro.’’ Em 25 de fevereiro de 1994, no ‘‘Jornal do Brasil’’, sobre possibilidade de voltar a se candidatar a algum cargo público, durante lançamento da candidatura do general Newton Cruz ao governo do Rio de Janeiro.
‘‘A minha única candidatura é ao esquecimento.’’ Em 15 de fevereiro de 1992, no ‘‘Jornal da Tarde’’, para negar boatos de que estaria articulando candidatura à Prefeitura do Rio de Janeiro.
‘‘Se alguém vier falar comigo sobre esse assunto (candidatura à Presidência), leva um coice.’’ Em 13 de abril de 1993, em ‘‘O Globo’’.
‘‘Peço que me esqueçam’’. Em janeiro de 1985, em entrevista à Rede Manchete.
‘‘Não vejo a hora de ser um João comum. E quando aumentarem o preço da gasolina eu vou xingar o Tancredo (Neves, que o sucederia, mas morreu antes da posse), como fizeram comigo até agora.’’ Na edição de 12 de fevereiro de 1985 da revista ‘‘Afinal’’.
‘‘Estou muito satisfeito, brincando com meus netos, lendo muito e vivendo entre galinhas e cavalos.’’ Em 4 de junho de 1987, na ‘‘Folha de S.Paulo’’, sobre seu afastamento da vida pública.
- RELAÇÃO COM O POVO
‘‘O cheirinho do cavalo é melhor (do que o cheiro do povo)’’. Em 1978, quando ainda era candidato à Presidência pela Arena.
‘‘Não odeio o povo brasileiro, o povo brasileiro é que me odeia.’’ Em 25 de junho de 1988, em ‘‘O Estado de S.Paulo’’.
- CRISE ECONÔMICA E SOCIAL
‘‘Se a inflação fosse um cavalo, eu já teria domado.’’ Em 13 de junho de 1983, na ‘‘Folha de S.Paulo’’, ao comentar a alta da inflação no País. Em seu governo, o Brasil chegou a ter mais de 200% de inflação em um ano.
‘‘Eu dava um tiro no coco.’’ Em 10 de outubro de 1979, na ‘‘Folha de S.Paulo’’, ao ser questionado por um menino sobre o que faria se o pai do presidente ganhasse um salário mínimo. Figueiredo tentou corrigir na sequência: ‘‘Eu trabalharia para ajudar meu pai’’.
‘‘Qual, então, o nosso futuro? Certamente o de uma pororoca social.’’ Em 16 de outubro de 1987, na ‘‘Folha de S.Paulo’’.
‘‘A pororoca social já começou.’’ Em 23 de junho de 1992, na ‘‘Folha de S.Paulo’’, ao afirmar que o povo vive mal e não sai de casa após as 20 horas, por causa da violência no Rio de Janeiro.

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