Imagem ilustrativa da imagem Francischini acredita que 29 de abril não irá atrapalhar candidatura ao Senado
| Foto: Arnaldo Alves/ ANPr



O deputado federal Fernando Francischini (PSL), que é o líder da campanha de Jair Bolsonaro no Paraná, disse que o embate com professores no dia 29 de abril de 2015 não deve manchar a sua candidatura ao Senado.

Ele está em Londrina para oficializar a pré-candidatura de outros membros da legenda ao Congresso Nacional, como o vereador Filipe Barros. Na época como secretário estadual de Segurança Pública, Francischini afirmou que agiu "com base em ordem judicial" e que "não podia se acovardar". Mais de 200 pessoas terminaram feridas no confronto do Centro Cívico.

Imagem ilustrativa da imagem Francischini acredita que 29 de abril não irá atrapalhar candidatura ao Senado
| Foto: Arquivo Folha


"Não vejo esses manifestantes como professores, mas sim filiados ao MST (Movimento dos Sem-Terra) e CUT (Central Única de Trabalhadores). A culpa daquilo (confronto) não foi da categoria, mas de sindicalistas. Fui apenas um cumpridor de uma determinação da Justiça", apontou. Em agosto do ano passado, a denúncia do Ministério Público feita contra ele, o ex-governador Beto Richa (PSDB), o subcomandante-geral da PM, Nerino Mariano de Brito, o comandante do Bope, Hudson Leôncio Teixeira e outras pessoas foi rejeitada.

No Paraná, Francischini avaliou que o PSL "ainda não sabe se irá apoiar alguns dos candidatos que vêm aparecendo, como Cida Borghetti, Ratinho Júnior e Osmar Dias. O certo é que estamos nos aproximando do PR (Partido da República) visando uma chapa forte no Congresso. Nossas propostas não terão validade se não tivermos mais deputados e senadores", pontuou, ao ser questionado sobre o fato do PSL ainda ser um partido pequeno.

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