Folha esclarece equívoco na lista de votações
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 28 de agosto de 2002
Equipe da Folha 
Para evitar que políticos mal intencionados se valham das informações incorretas constantes na tabela publicada na edição de domingo, trazendo a posição dos deputados estaduais em votações envolvendo temas polêmicos como a instituição do pedágio e as privatizações da Copel e do Banestado, seja através de panfletagem ou através de distribuição de cópias via internet, a Folha esclarece que: Augustinho Zucchi (PDT) votou contra pedágio e as privatizações da Copel e Banestado e não a favor como foi publicado. Tiago Amorim (PTB), assassinado no final do ano passado, e Tony Garcia (PPB) também foram contra a venda da Copel. Fernando Carli (PPB), que na tabela aparece contra, foi favorável.
Waldyr Pugliesi (PMDB) era prefeito de Arapongas em 1997 e 1998 e, portanto, não participou das discussões e votação do projeto de instituição do pedágio nas rodovias, que estava na pauta no referido período. Nereu Moura (PMDB) também não votou a favor do pedágio. Beto Richa (PSDB) estava licenciado quando da votação da Copel, não podendo ter votado a favor da venda da estatal. Foi eleito vice-prefeito de Curitiba em 2000. Tony Garcia, que na tabela aparece como contra a venda do Banestado, não participou da análise do projeto que originalmente previu a privatização.
Bem como Moysés Leônidas (PPB) e Antonio Carlos Belinati (PSL), que também não eram deputados. A matéria da Folha, entretanto, não tem como ponto de referência o projeto original da privatização, mas votação ocorrida no primeiro semestre de 1999 quando os parlamentares da base governista respaldaram o processo. O mesmo vale para a Copel. O que foi explorado na matéria da Folha, rememorando votações polêmicas, foi a votação do projeto de iniciativa popular que tentou revogar a lei que autorizou originariamente a privatização.
A Folha, que não teve intenção alguma senão rememorar o eleitor, pede desculpas pelos erros e eventuais transtornos.


