No que depender do vereador Flávio Vedoato (PSC), o aumento da verba de gabinete voltará a ser discutido pelo plenário. ''Estou disposto a subscrevê-lo (projeto). Sou favorável (ao aumento)'', afirmou, defendendo que o valor seja fixado em R$ 7,3 mil. ''Acho que esse valor é perfeito para hoje. O que tem que se levar em conta é que apesar da gente ter os 6% da receita do município, existe o orçamento da Câmara, que depois de fixado fica complicado suplementar. Os gastos têm que estar dentro desses limites e dentro da LRF'', concluiu. A receita da Câmara para 2005 é de R$ 15 milhões.
Além de Vedoato, Jamil Janene (PDT), também disse ser favorável ao aumento. O petista Gláudio Lima disse que poderá ser favorável à majoração dos valores se não ultrapassar o total gasto com pessoal em 2004. Luiz Carlos Tamarozzi (PTB) e Renato Araújo (PP), que votaram favoravelmente o projeto de resolução em dezembro, afirmaram ser contrários ao aumento de gastos com assessores. ''Se houver outro projeto voto contra. Não tenho espaço no meu gabinete e estou contente com o quadro que tenho'', disse Araújo. ''Eu particularmente não tinha total conhecimento do projeto que entrou na pauta e acabou passando. Os vereadores sabem que se colocarem o projeto não vão contar com o meu voto'', afirmou Tamarozzi. Maria Angela Santini (PT), Bergamin, Germano, Renato Lemes (PL), Roberto Fu (PDT), Roberto Kanashiro (PSDB) e Sandra Graça (PDT), não se posicionaram. Bonilha, Marcelo Belinati (PSL), Tercílio Turini (PSDB), Sidney de Souza (PTB), Paulo Arildo (PSDB) e Henrique Barros (PMDB) não foram localizados. (C.O.)

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