'Fiscalização combate informalidade'
Curitiba - Segunda-feira, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Rodrigo Rocha Loures, explicou aos deputados estaduais a posição da entidade sobre o mínimo regional. Ele afirmou que a implantação do novo salário mínimo pode acarretar em desemprego e aumento da informalidade e argumentou que já existe um relacionamento maduro nas relações entre o capital e o trabalho no Paraná que indicam que é possível construir valores salariais de equilíbrio para o bom funcionamento das atividades produtivas no Estado.
Para o presidente da Força Sindical, não é novo salário mínimo que irá fomentar a informalidade. Segundo Butka, as categorias que serão as maiores beneficiadas, como de trabalhadores domésticos, já possuem índices de informalidade superiores às regidas por sindicatos. Butka defendeu que a informalidade só se combate com fiscalização rígida e que por isso as centrais sindicais do Paraná devem fechar uma parceria nos próximos meses com a Delegacia Regional do Trabalho (DRT) para que possuam também poder de fiscalização dentros das empresas.
Hoje é a vez da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná (Fetaep) falar aos deputados. (A.B.)





