Brasília - Depois das eleições, o Carnaval é uma boa oportunidade para os políticos testarem sua popularidade. Festeiros de carteirinha, governadores como os de Sergipe, Marcelo Déda (PT), de Pernambuco, Eduardo Campos (PT), da Bahia, Jaques Wagner (PT), e do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), prometem aproveitar o feriado. Eles terão a companhia de deputados e senadores que não trocam a folia nem por uma conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre reforma ministerial.
Mas há os que prometem trabalhar no feriado prolongado, como o presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP). Para agradar a mulher, o deputado aceitou viajar para Bonito (MS) neste Carnaval, mas sob a condição de que iria levar junto um ''calhamaço'' de documentos, ''a coitada da secretária'' e o telefone celular. ''A minha mulher já está acostumada'', afirmou.
Durante o Carnaval, Chinaglia disse que vai definir os nomes dos relatores do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e pretende disparar telefonemas para ''os contatos finais''. A dificuldade será encontrar os seus colegas.

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